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Social 24/08/2021

[SUSTO] Investigadores paranormais afirmam ter feito contato com o serial killer Estripador de Yorkshire

Investigadores paranormais vão até apartamento abandonado de uma das vítimas do serial killer conhecido como Estripador de Yorkshire e tomam susto com gravação.

Eles tomaram um susto com o que foi gravado!

Os investigadores paranormais Karl Hassall e Sam Singleton estavam gravando um vídeo para o YouTube no apartamento de uma das vítimas do assassino em série que ficou conhecido como o Estripador de Yorkshire. Peter Sutcliffe matou Patricia Atkinson, conhecida como Tina, em seu quitinete no ano de 1977.

“O fantasma do Estripador de Yorkshire mandou que a gente saísse do apartamento da vítima”, disse um dos investigadores paranormais. A vítima, Tina, tinha 32 anos quando foi morta e os investigadores paranormais disseram ter feito contato com ela enquanto estavam em seu antigo apartamento. 

Mas eles disseram ter sido interrompidos por uma voz masculina, que eles afirmam ser a do assassino em série, e afirmaram que ele pediu que eles deixassem a cena durante a conversa. Ao entrar no apartamento, Sam lê um texto que preparou para relembrar como Sutcliffe assassinou Tina quando eles chegaram ao apartamento em Bradford, West Yorks.

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Ele fala em voz alta como Tina recebeu golpes de martelo na cabeça antes de ser despida e atingida com um cinzel, um instrumento de corte. Sam dispara: “Estou me sentindo mal aqui”. Uma voz é então ouvida dizendo por meio do dispositivo de gravação levado pelos dois: “Vá embora”. A dupla continua tentando se comunicar com Tina, perguntando se Sutcliffe ainda a atormenta.

Peter Sutcliffe, o estripador de Yorkshire, matou 13 mulheres durante cinco anos, até ser preso e condenado à prisão perpétua em 1981. Ele morreu no ano passado na prisão, aos 74 anos, após ser diagnosticado com Covid-19.  ‘The Ripper’ é uma série documental britânica sobre o assassino em série que está disponível na Netflix. “Peter Sutcliffe era um indivíduo depravado e malvado, cujos crimes causaram sofrimento e consternação inimagináveis ao país”, disse um porta-voz do primeiro-ministro Boris Johnson na época.