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Essas 5 raças de cães já foram extintas!

Você já ouviu falar de alguma delas?

Cão fingindo de morto

Com o passar dos anos, seja por questões naturais ou interferência humana, muitas espécies que habitam a Terra passam pelo processo de extinção. Plantas, animais e outros seres vivos somem do mapa e o que resta são apenas relatos e estudos sobre eles.

Esse processo já aconteceu com algumas raças de cachorros, que por diversos motivos, não existem mais. A seguir você confere 5 raças de cães que já foram extintas de acordo com o blog Petz.

Cão lutador de córdoba - Argentina

A raça surgiu após o cruzamento de diversas raças com as populares mastiff, boxer e bulldog, criando assim um cão muito forte, porém bravo e agressivo. A raça fez sucesso em rinhas de luta, mas a sua agressividade era tanta que ele não durou muito participando dessa atividade. Com o passar do tempo o cão lutador de córdoba acabou extinto, mas originou o dogo argentino, que também é um cão muito forte, porém mais dócil.

Cão de água de moscou - Rússia

Criado pelos soviéticos, sua origem tem a ver com o fim da Segunda Guerra Mundial. A ideia era criar uma raça que fosse excelente nadadora e pudesse salvar vítimas de afogamentos. Após diversos cruzamentos, surgiu então o cão de água de moscou, que apesar de nadar super bem, também era muito agressivo, atacando inclusive as próprias vítimas que estavam se afogando. Aos poucos a raça foi entrando em extinção.

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Cão poi havaiano - Havaí

A raça era comum de ser encontrada nas ilhas do Havaí. Os moradores utilizavam o ‘poi’, um tipo de comida regional, para alimentar os cães, daí surgiu o nome. A raça tinha duas funções: os moradores costumavam usar os cães como um amuleto da sorte para as crianças e também como fonte de alimento, pois como não havia muitos animais na região, era comum se alimentar da sua carne. Mas eles não foram extintos por isso e sim após a chegada dos colonizadores europeus, criando assim outras formas de se obter carne, deixando a criação do cão poi havaiano de lado.

Talbot - Reino Unido

Apesar de extinta, essa é uma raça muito famosa, pois era um cão de estimação, muito agradável e simpático, sendo a raça preferida entre os reis e nobre. Sua extinção se deu após se misturar com outras, originando diversos cães atuais, como o beagle. Ainda hoje é possível encontrar estátuas e pinturas do talbot no Reino Unido.

Rastreador brasileiro - Brasil

Na década de 1950, o fazendeiro Oswaldo Aranha Filho pensou em criar uma raça de cão forte e rápida para a caça, mas que não fosse confundida com uma onça, por isso não poderia ser amarelada. Após diversos cruzamentos surgiu o rastreador brasileiro, um cão ágil e de pele branca e negra. A raça foi reconhecida pela Federação Cinológica Internacional (FCI) en 1967. Após um epidemia de doença do carrapato e intoxicação pelo excesso de pesticida utilizado na praga, a raça foi considerada extinta. Contudo, após estudos com descendentes diretos dos rastreadores, a raça voltou a ser reconhecida pela FCI em 2021, com diversos criadores espalhados na região centro-norte do Brasil, nos estados do Acre e Amazonas.

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