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Entenda por que Golpista do Tinder está livre

Um detalhe que passou despercebido pode ter safado Simon Leviev para sempre das denúncias de extorsão e ameaça que poderiam tê-lo colocado na prisão.

'O Golpista do Tinder'. Foto: Reprodução Netflix

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Se você assistiu ao documentário ‘O Golpista do Tinder’, recentemente lançado no catálogo da Netflix, você se perguntou: “Por que ele não está atrás das grades?”. Apesar das cenas finais da produção informarem que, de fato, Simon Leviev, conhecido como o golpista do Tinder, foi capturado e preso, ele está em liberdade agora. Leviev já foi banido do Tinder, mas, apesar de todas as denúncias e do documentário sobre seus crimes, ele continua sendo um homem livre. Entenda o motivo!

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‘O Golpista do Tinder’ é um documentário que estreou no catálogo da Netflix no dia 2 de fevereiro e vem tendo uma boa aceitação do público em geral, tendo ficado entre a lista dos Top 10 no Brasil nas semanas seguintes ao seu lançamento.

O documentário conta a história dos crimes reais cometidos por Simon Leviev através do aplicativo de relacionamento Tinder, onde ele se contactava com mulheres e começava a extorqui-las e a ameaçá-las, pedindo somas milionárias para deixá-las em paz.

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‘O Golpista do Tinder’ é sobre Cecilie Fjellhoy, Pernilla Sjoholm e Ayleen Charlotte, três mulheres que não se conheciam mas que igualmente foram vítimas de Simon Leviev. Cada uma delas encontrou Simon no Tinder e foi paquerada por ele, atraídas por seu estilo de vida luxuoso e por sua generosidade.

Simon as levou para viagens curtas em aviões particulares, a restaurantes elegantes e hotéis de luxo, mostrando uma identidade falsa como herdeiro de um império de diamantes. Uma vez que essas mulheres confiavam nele, ele iniciava um golpe dizendo que sua vida estava em perigo e convencendo-as de que a única coisa que poderia salvá-lo era que elas lhe emprestassem dinheiro.

Essas mulheres reservaram os voos, transferiram e entregaram o dinheiro a Simon. Nunca havia o nome de Simon Leviev nos cartões de crédito e nem nos documentos de empréstimo, dessa forma, não havia um documento legal que provasse que ele era a pessoa que gastava o dinheiro.

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Em 2019, sob a denúncia de dívidas ao Governo de Israel, Simon Leviev foi preso e deportado para Israel, onde deveria ter cumprido uma longa sentença por suas dúvidas. Porém, ele acabou entrando em um programa que visava diminuir a população carcerária no país e acabou saindo da cadeia.

Hoje ele está livre.

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