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Câncer no colo do útero: esses são os sinais principais

Segundo o INCA, doença é a terceira maior causa de câncer entre as mulheres

Útero

O ‘colo’ do útero é a estrutura que liga a parte inferior do útero com a vagina. Durante a gravidez, é por esse canal que o bebê passa, sendo a dilatação do canal um dos indicadores de que o bebê está próximo. Segundo o Instituto Nacional de Câncer (INCA), o câncer do colo do útero, também chamado de câncer cervical, ocorre quando há uma infecção persistente por alguns tipos do Papilomavírus Humano - HPV (chamados de tipos oncogênicos). De acordo com o instituto, a condição é é o terceiro tipo de câncer que mais afeta as mulheres. Em 2021, eram esperados 16.710 casos novos, com um risco estimado de 15,38 casos a cada 100 mil mulheres.

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Caso haja um crescimento celular anormal, o câncer pode ser desenvolver, mas caso a alteração seja detectada precocemente, no exame de Papanicolau, por exemplo, é possível evitar danos maiores. Se o local já estiver sido afetado, o médico pode solicitar que o tecido afetado seja removido para evitar o desenvolvimento do câncer ou em situações mais graves o próprio útero deve ser removido.

Sintomas

A doença apresenta um desenvolvimento lento, com os sinais não estando presentes até que o quadro esteja mais avançado. Contudo, caso exista as seguintes irregularidades, o médico deve ser consultado:

  • Sangramento incomum, podendo ocorrer após ou durante o sexo, entre os períodos ou mesmo após a menopausa;
  • Alterações no corrimento vaginal;
  • Dor persistente e inexplicável na pelve ou na parte inferior das costas.

Por isso, os exames preventivos devem ocorrer periodicamente. Conforme informado pelo Ministério da Saúde, as pessoas que possuem útero e que têm ou já tiveram vida sexual ativa devem realizar preventivo periódico, especialmente entre 25 e 59 anos. A princípio, o exame deve ser feito anualmente. Após dois exames seguidos, com um intervalo de um ano entre eles, caso o resultado seja normal, o preventivo pode passar a ser feito a cada três anos.

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ATENÇÃO!

Esse texto tem como objetivo apenas informar e não deve ser utilizado como diagnóstico. Caso apresente algum dos sintomas citados ou tenha dúvidas, procure um médico e nunca faça o uso de medicamentos sem a prescrição de um especialista da área da saúde.

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