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Entretenimento 11/09/2021

Silvio Santos não deve apresentar o ‘Teleton’, pela terceira vez

Segundo a direção do SBT, o apresentador e dono do canal ainda não confirmou o retorno aos estúdios da emissora, em São Paulo

O SBT está preparando uma nova edição do “Teleton”, que deve ir ao ar em outubro. Porém, uma das especulações é de que o apresentador Silvio Santos não compareça nesta temporada, que será transmitida direto dos estúdios do SBT, em São Paulo. O mesmo aconteceu em 2019 e 2020, sendo que no primeiro ano ele estava gripado e no ano passado ele estava cumprindo o isolamento social,  por causa da pandemia.

Segundo a direção da emissora, a presença de Silvio Santos não seria uma boa ideia, já que o dono do SBT recuperou-se recentemente da covid-19 e, após o susto do diagnóstico, ele não marcou a data do seu retorno aos estúdios. De acordo com o R7, Silvio Santos só deve voltar a gravar após a 3ª dose da vacina do apresentador.

Reprodução/Programa Silvio Santos

Neste ano, o “Teleton” contará com  show e a participação de inúmeros artistas, como Dilsinho, Maiara & Maraisa, Simone & Simaria, Gustavo Mioto, Lexa e Ludmilla. Além deles,  o público também contará com a presença dos padrinhos oficiais: a apresentadora Eliana, o cantor Daniel e o apresentador Celso Portiolli e a apresentadora Maísa.

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Reprodução

Outra novidade deste ano é a participação das influenciadoras digitais Belly Palma e Lari Mariano, como consultoras da Campanha Teleton 2021. Outros destaques da campanha e do programa são Pequena Lô, Paola Antonini, Jackson Follmann e Fernando Fernandes.

Com o tema “Inclusão”, o “Teleton” deste ano tem como meta arrecadar R$ 30 milhões, para continuar seus atendimentos. O programa será realizado nos dias 22 e 23 de outubro, ao vivo, e terá duração total de cerca de 12 horas. 

O grande desafio deste ano está no engajamento das pessoas. “Resolvemos este ano detalhar os números, tanto das pessoas físicas e jurídicas. Em 2016 tivemos 52% de doações de pessoas físicas. Em 2018 caiu para 32%. Em 2019, vimos a porcentagem cair ainda mais, para 29% e, em 2020, em que não colocamos meta, caiu para 15%”, explicou Edson Brito, superintendente de marketing e relações institucionais da AACD, que aguarda 12 milhões de doações de pessoas físicas para manter atendimento no próximo ano.