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‘Estou até começando a questionar se eu amo meu filho’, desabafa mãe

Exausta das birras do filho, ela se pergunta se seria melhor deixar o menino sob cuidados do pai.

Mãe se questiona se ainda ama o filho

Uma mãe de um menino de dois anos está a beira da exaustão e pensando em deixar sua família para que seu filho possa viver com o pai. Ela procurou um fórum online para desabafar com outras mães e pedir sugestões sobre como lidar com as birras da criança.

Em uma publicação feita pelo Daily Mail é possível acompanhar o desabafo da mulher.

Ao postar no fórum ela revelou que achava que se adaptaria mais facilmente à vida de mãe, mas com os acessos de raiva do filho tudo começou a desandar.

Trabalhando das 8h às 17h, quatro dias por semana e ainda sendo a principal cuidadora da criança, a mulher viu seu dia se tornar “estressante e apressado” sem a possibilidade de “aproveitar a vida”.

Exausta por conta da rotina cansativa, ela relata que o filho nunca chegou a dormir uma noite completa, e que o maior tempo consecutivo de sono que ela teve foi de 3 horas.

Além da privação do sono, ela relata que seu filho também tem acessos de raiva durante o dia caso ela não responda imediatamente às suas solicitações. “Ele não é assim com o pai, só comigo”.

Ela pensa em deixar a família para que o filho seja criado pelo pai

Após explicar sua situação, a mulher concluiu sua publicação dizendo: “Eu pensei um pouco e acho que poder ser melhor para nós dois se ele fosse morar com seu pai e eu fosse embora. Eu, claro, ainda veria meu filho, não estou sugerindo que não o veria novamente. Acho que passar um tempo com ele algumas vezes na semana será melhor do que ele ter que viver comigo da forma como me sinto”.

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“Não quero prejudicar meu filho, mas sinto que não estou me ajustando para ser a mãe que pensei que seria”, finalizou a mulher.

Após sua publicação, diversas pessoas se identificaram com a situação da mulher e compartilharam suas próprias experiências com a maternidade.

Algumas pessoas sugeriram que a mãe procure por auxílio médico, pois seu relato mostra indícios de depressão pós-parto. “Quando eu tive sentimentos semelhantes com meu primogênito, tive depressão pós-parto incapacitante, eu tinha tanta certeza de que não era uma boa mãe”.

Outro usuário reforçou a possibilidade: “Acho que isso pode ser uma depressão pós-parto não resolvida e você deve falar com seu médico sobre isso. Então pense em um especialista em sono, se puder pagar. Pode não ser muito caro e pode ajudar a sua saúde mental”.

Em sua maioria, as pessoas acolheram a mãe e deram dicas sobre como lidar com a situação. “Totalmente normal, mas você precisa de ajuda. Depois de resolver isso, você se sentirá muito mais capaz”.

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