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Mãe de britânico preso em Dubai diz não ter auxílio do Ministério das Relações Exteriores

O jovem foi condenado a 25 anos de prisão pelo porte de quatro garrafas contendo óleo CBD.

Billy foi preso em Dubai por porte de CBD

Breda Guckion, mãe de Billy Hood, acusou o Ministério das Relações Exteriores de não auxiliar sua família. Billy foi sentenciado a 25 anos de prisão em Dubai após ser pego portando quatro garrafas com óleo CBD.

Conforme publicação realizada pelo The Mirror, Breda alegou não ter recebido qualquer suporte do Ministério de Relações Exteriores. Ela fez um apelo as autoridades: “Como mãe, e eu conheço muitas pessoas que conhecem Billy, por favor, por favor, se alguém puder ajudar a trazer ele para casa, por favor, ajude. Isso é tudo que posso pedir”.

Billy afirma que o CBD, óleo derivado da cannabis, é uma substância legalizada no Reino Unido, foi deixado em seu carro por um amigo que estava visitando o país. Ele afirma ter sido forçado a assinar uma confissão antes de ser condenado por tráfico de drogas com intenção de fornecer.

O jovem mudou-se para os Emirados Árabes Unidos para trabalhar como treinador de futebol. Ele teria ficado isolado em uma cela por 14 dias após sua prisão.

“Nós nem sabíamos que ele havia sido preso. Foi pelo fato de que ele não apareceu para trabalhar por três dias que fez seu chefe ir até à delegacia denunciar o desaparecimento dele que ficamos sabendo”, declarou Breda.

O rapaz foi condenado a 25 anos de prisão em Dubai

Para a ativista Radha Stirling, que está auxiliando a família, uma resposta positiva ao caso de Billy só será possível caso ocorra uma “pressão diplomática para encorajar as autoridades superiores dos Emirados Árabes Unidos a examinar o caso com mais detalhes”.

Segundo ela, a medida que os Emirados Árabes se tornam um parceiro comercial, as autoridades estão deixando de auxiliar os cidadãos que residem fora do país.

Confira também:

“Há um grande conflito de interesses que pode resultar em vítimas inocentes como Billy sendo presas por longos períodos de tempo. Mais do que um crime violento ou assassinato”.

Anteriormente, a mãe do jovem já havia criticado o ministério das Relações Exteriores: “Depois de saber de outros casos em que pessoas foram incriminadas pela polícia ou falsamente acusadas de um crime, não posso acreditar que o governo britânico não tenha colocado isso entre os avisos de viagem”.

Um porta-voz do ministério alegou que as autoridades estão dando suporte consular ao rapaz.

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