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Polícia prende dupla que manteve vítima refém para realizar transferências bancárias via PIX em São Paulo

Uma terceira envolvida é procurada pela polícia

A Polícia Civil prendeu na última segunda-feira (dia 18) dois homens que mantiveram uma vítima refém no último dia 18 para realizar transferências bancárias da sua conta. As detenções ocorreram na Cidade Dutra e Capão Redondo, na Zona Sul da Capital.

Equipes do 101º Distrito Policial foram informadas sobre o sequestro relâmpago, que resultou em agressões à vítima e roubo de R$ 24 mil via PIX. Os agentes iniciaram as investigações e identificaram dois autores e de uma terceira pessoa, que recebeu os valores transferidos.

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Com isso, os policiais civis solicitaram à Justiça mandados de prisão temporária e de busca e apreensão contra os suspeitos.

Com um dos autores, a polícia apreendeu um veículo que era utilizado como cativeiro móvel. Acredita-se que outras vítimas tenham passado por esse carro, permanecendo presas por três ou quatro horas sob ameaça de arma de fogo e agressões.

Além disso, na casa de um dos suspeitos foram localizadas ainda munições, o que permitiu prendê-lo em flagrante. 

A dupla irá responder criminalmente por roubo e extorsão. A terceira envolvida é procurada pela polícia, e investigações prosseguem para identificar outros integrantes da quadrilha.

O crime

A vítima chegava ao seu consultório e foi abordada pelos criminosos quando estacionava seu veículo. Ela foi obrigada a passar para o assento do passageiro, e os suspeitos assumiram a condução, passando a realizar ameaças e agressões físicas para obrigá-la a fazer as transferências bancárias.

Os ladrões trafegaram com o carro da vítima por diversos bairros até que foram ao encontro do cativeiro móvel. Dentro desse outro carro, a vítima continuou sendo ameaçada e agredida – o que perdurou por cerca de três horas. Nesse tempo, ela teve que passar senhas bancárias aos criminosos e desbloquear seu celular para que pudessem acessar o seu aplicativo bancário e cadastrar uma chave PIX com o uso do seu CPF. Depois, ela foi libertada e acionou a Polícia Militar, comparecendo à delegacia.

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