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Tudo que sabemos sobre o novo capítulo da briga judicial entre Sikêra Jr. e Xuxa

Além de pagar R$ 300 mil para a apresentadora, o contratado da RedeTV! recebeu mais punições da justiça

A briga judicial entre a apresentadora Xuxa Meneghel e o jornalista Sikêra Jr. não acabou, mas ganhou um novo capítulo.

Segundo informações da coluna de Léo Dias, o apresentador do “Alerta Nacional” sinalizou que não pretende enfrentar a rainha dos baixinhos de novo e, por isso, teria feito um acordo com o Ministério Público do Estados do Amazonas. Mas,a equipe jurídica de Xuxa afirma que o processo civil contra o contratado da RedeTV! continua em curso.

O embate entre os famosos começou em 2020, quando a ex-apresentadora infantil criticou uma matéria exibida no “Alerta Nacional”, onde um homem aparece fazendo sexo com uma égua. A cena também teria sido simulada ao vivo.

A partir disso, o apresentador da Rede TV! começou a atacar Xuxa Meneghel em seu programa e nas redes sociais, chamando a famosa de pedófila e lembrando cenas do polêmico filme “Amor Estranho Amor”, de 1982.

Sikêra acusou a rainha dos baixinhos de incentivar “a safadeza, putaria e suruba” por causa do livro “Maya, o Bebê Arco-Íris”, lançado por ela.

Por essas declarações, o jornalista foi condenado a pagar R$ 300 mil por danos morais. Ele ainda teve que arcar com os custos do processo, estimados em mais R$ 60 mil.

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Além disso, nesta terça-feira (07), Sikêra Jr. recebeu mais uma punição judicial. Ele está proibido de citar o nome de Xuxa Meneghel, de maneira direta ou indireta, seja na TV, nas redes sociais e até mesmo em ambientes privados, pelos próximos cinco anos.

Vale destacar que além do processo movido por Xuxa, o apresentador Sikêra Jr. enfrentou também Junno Andrade, marido da apresentadora, e foi condenado a pagar um valor de R$ 10 mil.

A decisão partiu da 10ª Vara Cível de São Paulo, tomada pelo juiz Guilherme Duran Depieri. Movido em 2020, o processo surgiu após o apresentador do “Alerta Nacional”chamar o ator de “jugolô” durante o programa ao vivo.

Segundo o juiz, o conteúdo foi considerado ofensivo, “depreendendo-se dos próprios termos empregados, como o trocadilho ‘jugolô’, ‘não faz nada na vida’, ‘vive na asa’. Expressões de conteúdo claro e notório, dispensando maiores digressões a respeito”.

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