O final das Olimpíadas de Paris de 2024 se tornou um pouco cinzento para a equipe de ginástica feminina dos EUA, especialmente para Jordan Chiles, pois ela se envolveu em uma polêmica após o Tribunal de Arbitragem do Esporte (CAS) exigir que a ginasta devolvesse sua medalha de bronze. Agora, a equipe dos EUA decidiu recorrer da decisão do tribunal imposta pelo Tribunal.
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A USA Gymnastics expressou sua discordância com a decisão do CAS, apresentando uma declaração no último domingo na qual assegura que possui evidências em vídeo mostrando que a treinadora Cecile Landi enviou seu recurso 13 segundos antes do prazo expirar, o que é o motivo pelo qual o CAS invalidou o recurso em primeiro lugar.
A equipe dos EUA disse que a decisão do CAS de forçar Jordan Chiles a devolver sua medalha de bronze foi decepcionante e injusta
“A evidência em vídeo com marcação de tempo apresentada pela USA Gymnastics na noite de domingo mostra que Landi apresentou sua primeira consulta no balcão de investigação 47 segundos após a pontuação ser divulgada, seguida por uma segunda declaração 55 segundos após a publicação da pontuação original”, detalhou o comunicado.
Este conflito, que se concentra em detalhes muito específicos, poderia desencadear uma batalha legal prolongada sobre as pontuações de ginástica, e poderia durar meses ou até anos.
Por sua vez, a Federação Internacional de Ginástica (FIG) anunciou no sábado à noite que respeitará a decisão do tribunal e elevará a ginasta romena Ana Barbosu para o terceiro lugar. Da mesma forma, o Comitê Olímpico Internacional confirmou a decisão no domingo e anunciou que reatribuirá a medalha na cerimônia final na segunda-feira.
“Consideramos firmemente que Jordan ganhou legitimamente a medalha de bronze, e houve erros críticos tanto na pontuação inicial da Federação Internacional de Ginástica (FIG) quanto no processo de apelação subsequente pelo CAS que precisam ser abordados”, disse o Comitê Olímpico e Paralímpico dos Estados Unidos em um comunicado.