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Imagens mostram queda de balão em chamas no Parque do Ibirapuera

O registro foi feito por volta das 18h30 do último domingo, dia 28 de julho.

Balão cai nas árvores do Parque do Ibirapuera.
Balão cai nas árvores do Parque do Ibirapuera. (Reprodução / Redes Sociais - Metrópoles.)

Na noite do último domingo (28) um balão causou confusão e momentos de tensão no Parque do Ibirapuera, zona sul de São Paulo. Conforme uma série de imagens que foram transmitidas na manhã desta segunda-feira (29) pelo Bom dia São Paulo, e compartilhadas pelo portal Metrópoles, é possível ver que o balão pega fogo enquanto passa sobre as árvores do parque, antes de se desfazer e cair sobre a copa de uma delas.

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Segundo a publicação, os restos do balão foram consumidos pelas chamas pouco antes de tocar a copa das árvores de fato, o que evitou uma possível tragédia. Nenhuma pessoa ficou ferida no incidente, bem como nenhum foco de incêndio foi registrado em decorrência da queda do balão.

Veja as imagens compartilhadas nas redes sociais do Metrópoles:

Segundo incidente em uma semana

Conforme a reportagem, o incidente ocorrido no Parque do Ibirapuera foi o segundo registro de casos envolvendo balões na última semana. O outro caso foi registrado na madrugada da segunda feira, dia 22 de julho, quando um balão de 75 metros caiu e pegou fogo na Zona Leste de São Paulo.

Informações recentes, publicadas pelo G1, revelaram que o balão em questão foi solto em Bom Jesus dos Perdões, e seguiu um trajeto em linha reta até a Zona Leste de São Paulo. Aproximadamente 500 baloeiros estavam presentes no momento da soltura do balão e rezaram um “Pai Nosso” instantes antes do balão ir ao ar.

As informações foram confirmadas pela Polícia Civil e por testemunhas que estavam presentes no encontro de baloeiros realizado no interior de São Paulo. Agora, em uma nova etapa das investigações, a Divisão de Investigação sobre Infrações contra o Meio Ambiente segue analisando os registros do encontro para identificar e responsabilizar os baloeiros.

Vale lembrar que fabricar, vender, transportar e soltar balões é crime ambiental e, em caso de condenação, pode punir os envolvidos com penas que vão de 1 a 3 anos de prisão ou pagamento de multa mínima de R$10 mil.

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