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Morta nos EUA: brasileira foi ameaçada e feita refém por rapaz que namorava há poucos meses

Polícia diz que autor não aceitava o fim do relacionamento; após atirar na jovem, ele se matou

Ele não aceitava o fim do relacionamento

A mineira Kethlen de Paula Alves Tavares, de 28 anos, que foi morta com um tiro no rosto na casa em que morava na cidade de Marlborough, em Massachusetts, nos Estados Unidos, namorava com Marlon Moreira Costa, de 29, há poucos meses e queria terminar a relação. Segundo a polícia norte-americana, ele não aceitava o rompimento e já tinha ameaçado e mantido a jovem refém. Após atirar contra ela, o rapaz cometeu suicídio.

O caso aconteceu na manhã de quarta-feira (29). Segundo a investigação, Kethlen estava em casa, ainda de pijama, quando o namorado quebrou o vidro de uma janela e invadiu. Os dois começaram a discutir e o rapaz atirou contra a vítima. Logo depois, se matou.

Um dia antes de cometer o crime, Marlon teria mantido a vítima refém na casa dele, quando a ameaçou com uma arma. O objetivo dele seria reatar o romance, mas ela não aceitou. Assim, na madrugada de quarta-feira, ela conseguiu voltar para a residência onde morava.

Pouco tempo depois disso, o rapaz teria ligado para a mãe dele, pedido perdão pelos seus erros e dito que cometeria o assassinato. Na sequência, ele foi até a casa de Kethlen, quebrou o vidro de uma janela e invadiu, atirando contra a jovem e se matando em seguida.

De acordo com reportagem do portal “Brazilian Times”, a mãe da brasileira foi até a casa da filha, onde fez o devido reconhecimento. Muito abalada, a mulher não quer “mais ver a filha morta” e são outros parentes e amigos que estão organizando o funeral.

A previsão é que o corpo dela seja cremado e depois as cinzas sejam enviadas para a cidade de Governador Valadares, em Minas Gerais, onde a jovem nasceu.

O caso segue em investigação pela polícia de Massachusetts como homicídio seguido de suicídio.

Namorado a matou e cometeu suicídio

Sonhos interrompidos

A brasileira morava nos Estados Unidos há um ano e meio. Ela alugava um quarto na casa de uma conterrânea que mora na cidade.

Uma amiga relatou que ela tinha muitos sonhos, que foram interrompidos pelo namorado. “Hoje o dia para mim acabou. E é tão difícil. A gente tem que tomar muito com cuidado com quem se envolve. Olha isso que acabou de acontecer? Que horror! Menina nova, bonita, a vida toda pela frente, agora que estava conquistando, realizando os sonhos dela, acontece uma coisas dessas”, disse ao G1.

Já Marlon era natural de Ipatinga, no Vale do Aço, em Minas Gerais, e já morava nos Estados Unidos há 17 anos. Não há informações sobre o sepultamento dele.

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