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Imagens de atos terroristas em Brasília invadem as redes sociais; confira

Segundo a Polícia Civil, 300 bolsonaristas suspeitos de participar de depredações foram presos na noite de ontem

Atos terroristas no DF são destaque nas redes sociais

Imagens dos atos terroristas que resultaram na depredação do Congresso Nacional, do Palácio da Alvorada e do STF (Supremo Tribunal Federal) no último domingo (8) invadiram as redes sociais.

Ainda nesta segunda-feira (9), diversos vídeos e fotos circulam na web. Entre os trending topics do Twitter aparecem nesta manhã os termos “impeachment”, “Exército”, “intervenção”, “Força Nacional”, “Manifestação” e “Xandão”, todos relacionados ao evento de ontem. “Atos terroristas” também reúne diversas publicações.

Confira algumas das postagens aqui:

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Durante invasão ao Congresso, bolsonaristas chegaram a derrubar um policial militar da cavalaria e agrediram o cavalo. As imagens repercutiram.

300 presos

A Polícia Civil do DF (Distrito Federal) informou, na noite de ontem, que 300 bolsonaristas suspeitos de participar dos atos terroristas foram presos. Mais cedo, o governador do DF, Ibaneis Rocha (MDB), chegou a dizer que eram 400 detidos, mas o número não foi confirmado oficialmente. O político, inclusive, foi afastado do cargo por 90 dias por suspeita de omissão.

Os bolsonaristas que praticaram atos antidemocráticos começaram a chegar na capital federal na manhã de sábado (7) e se alojaram em acampamento em frente ao quartel do Exército. Na manhã de domingo, eles saíram em caminhada pelas ruas de Brasília até chegarem a Esplanada dos Ministérios. Lá, invadiram o Congresso Nacional, o Palácio da Alvorada e a sede do STF e destruíram todas as instalações.

Segundo a Polícia Civil, os presos foram levados para a sede da corporação, onde prestam depoimento. “Estão sendo identificados e ouvidos nos autos do inquérito que investiga todos os atos criminosos ocorridos na Esplanada dos Ministérios”, informou, em nota.

Ainda segundo a corporação, os bolsonaristas foram presos em flagrante por “tentar depor, por meio de ato de violência ou grave ameaça, o governo legitimamente constituído”. Neste tipo de crime, a pena varia entre 4 e 12 anos de prisão.

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