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Ceia de Natal do brasileiro está mais cara neste ano

Ceia de Natal do brasileiro está mais cara, aponta FecomercioSP | Reprodução
Ceia de Natal do brasileiro está mais cara, aponta FecomercioSP | Reprodução

Um levantamento realizado pela Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP) sugeriu que a ceia de Natal do brasileiro sairá mais cara neste ano.  A partir dos dados do IPCA (Índice de Preço ao Consumidor Amplo), a FecomercioSP mostra que os preço das carnes, acompanhamentos, frutas e bebidas subiram em relação ao fim do ano passado.

O preço do frango subiu 13,18%, bem como o dos peixes.

Entre os 20 tipos de peixes pesquisados pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), oito apresentaram aumento de preço acima da inflação média, com destaque para a merluza, que registrou a maior alta nos últimos 12 meses, de 39,58%. Quem pensava em substituir o bacalhau pelo salmão, produto cada vez mais presente na mesa do brasileiro, irá se deparar com uma alta de 20,85% nos últimos 12 meses. Por outro lado, apresentaram menor elevação ou queda no período os preços do pintado (1,25%), do dourado (-0,21%) e da tilápia (-1,63%).

Diante desse cenário, a carne de porco e a carne de carneiro aparecem como boas opções, já que apresentaram alta dos preços de apenas 2,37% e 5,04%, respectivamente.

Os preços dos acompanhamentos ou temperos das receitas de Natal também apresentam alta de dois dígitos: cebola (48,01%); batata-inglesa (47,55%); alho (48,61%); azeite de oliva (20,34%); azeitona (12,74%); pimentão (11,07%).

As frutas também tiveram um aumento de 10,14%, em média. O preço da maçã subiu 19%. Outras frutas, como a uva, o morango e a manga também sofreram elevação nos preços: 11,47%, 18,68% e 21,4%, respectivamente.

Em relação às bebidas, refrigerantes e água mineral registram alta de 10,4%. A cerveja, de 8,95%.

Na sobremesa, quem optar por fazer a tradicional rabanada também pagará mais caro, já que os preços do pão, do leite e dos ovos subiram 11,47%, 3,85% e 10,21%, respectivamente.

Segundo a análise da FecomercioSP, com a alta dos preços, o consumidor tende a substituir o que costumava comprar por itens mais acessíveis.

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