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Retirada de tumor: Rodrigão segue internado e sem previsão de alta

Um sangramento na região acima dos rins fez o participante do ‘BBB 11′ passar por uma cirurgia delicada

Ex-BBB Rodrigão segue em previsão de alta após a retirada de um tumor na glândula adrenal
Ex-BBB Rodrigão segue em previsão de alta após a retirada de um tumor na glândula adrenal (Reprodução/Instagram)

O ex-BBB Rodrigão continua internado e sem previsão de alta do hospital em Orlando, nos Estados Unidos, após a retirada de um tumor na glândula adrenal, segundo a última atualização feita pela esposa Adriana Sant’Anna. Pelo Instagram, a influenciadora agradeceu as mensagens de carinho e orações feitas pela saúde do ex-participante do ‘BBB 11′ (TV Globo): “A paz que excede o entendimento tem tomado conta das nossas vidas. É inexplicável o poder e a glória de Deus neste quarto”, disse ela pelos stories.

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A ex-BBB contou que, depois da cirurgia, os dias passam rápido e que todos estão alegres o tempo todo, mesmo sem ter uma previsão de alta confirmada pelos médicos.

O que levou o ex-BBB Rodrigão ao hospital?

No dia 23 de agosto, o influenciador foi levado ao hospital após sofrer um sangramento na região do fígado e rim e, depois da realização de vários exames, foi comprovado a presença de um tumor na glândula adrenal, que são dois pequenos órgãos pequenos localizados em uma região acima dos rins.

Tal glândula é responsável pela produção de alguns hormônios que controlam a pressão arterial, algumas características sexuais e respostas físicas ao estresse: “Graças à misericórdia de Deus e à habilidade de uma equipe médica extraordinária, o sangramento foi controlado com êxito por meio de um procedimento inicial chamado embolização”, afirmou Adriana pelas redes sociais.

Nos Estados Unidos, Rodrigão foi operado por robô

Internado, o ex-BBB passou por um procedimento de embolização para conter o sangramento e fez uma cirurgia que contou com a ajuda do robô Da Vinci e também pelo médico Antônio de Souza Viana Neto, que é amigo do casal.

A tecnologia portátil é, geralmente, usada em operações na cabeça, pescoço e sistema urológico. O médico responsável controla os braços da máquina à distância, por meio de um console e vê tudo a partir de um monitor. Atualmente, existem cerca de 5 mil hospitais com o equipamento no mundo, sendo que no Brasil há, aproximadamente, 55 aparelhos.

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