A polícia é um corpo armado encarregado de zelar pela paz e segurança dos cidadãos. Apesar das ações das autoridades para prevenir crimes nas ruas, existem indivíduos que ignoram todo tipo de aviso e aterrorizam as pessoas. É nesse momento que os agentes de segurança devem deter os acusados para que respondam por seus atos.
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Ao serem considerados culpados, os detidos são levados para uma prisão, onde são privados de liberdade e outras coisas, mas quem garante que isso seja cumprido? Dentro dos centros de reabilitação social, há guardas prisionais que devem cumprir o estabelecido anteriormente. Infelizmente, nas últimas horas, começou a circular a história da polícia que teve relações com um preso dentro de uma cela.
Amor proibido?
De acordo com o veículo TN, “o sequestro de um celular em uma cela da Comissaria 1° da cidade de Esperanza, em Santa Fé (Argentina), revelou um escândalo sexual e resultou na colocação de uma policial feminina em disponibilidade”.
Além disso, explicou que tudo começou com uma briga entre dois internos, “ao perceber a situação, os oficiais de plantão naquele momento ativaram o protocolo e, após separar os envolvidos, fizeram uma revista na cela”. A surpresa foi quando encontraram um celular e viram que um dos detidos tinha vídeos sexuais que “tinham sido gravados dentro da cela entre o preso e uma suboficial que estava de serviço na mesma delegacia.
Segundo noticiado pelos meios de comunicação locais, “o escândalo já teve consequências. Entre as primeiras medidas, decidiu-se separar e transferir os dois detidos que participaram da briga, e a oficial envolvida nos vídeos íntimos foi colocada em disponibilidade e abriu-se um processo judicial por violação dos deveres de funcionário público, a cargo do promotor Ezequiel Hernández, do MPA de Santa Fé”.