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Malala Yousafzai demonstra preocupação com a retomada do poder pelo Talibã

A ativista de 25 anos foi vítima de um atirador do Talibã quando tinha somente 15 anos e era estudante.

Ativista mostra preocupação com retomada do poder pelo Talibã
Malala Yousafzai Foto: Twitter @Malala

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No último domingo Malala Yousafzai expressou preocupação com a situação das mulheres, minorias e defensores dos direitos humanos no Afeganistão. A jovem ativista apelou para que os poderes globais, regionais e locais forneçam ajuda à população.

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“Nós assistimos em completo choque enquanto o Talibã assume o controle do Afeganistão”, tuitou a ativista. “Estou profundamente preocupada com as mulheres, as minorias e os defensores dos direitos humanos.

A jovem ainda acrescentou: “As potencias globais, regionais e locais devem pedir um cessar-fogo imediato, fornecer ajuda humanitária urgente e proteger refugiados e civis”.

Movimentações do grupo Talibã começaram após o início da retirada das tropas americanas

Conforme divulgado pelo Yahoo!Life, a última semana foi marcada por diversos anúncios sobre o Talibã tomando o poder em diversas capitais de províncias afegãs. O grupo governava o país desde 1996, sendo retirado de forma forçada do poder com a invasão dos EUA após os ataques de 11 de Setembro. Estima-se que o grupo agora controle metade do país.

As movimentações do Talibã começaram após a remoção das tropas norte-americanas. Conforme anunciado pelo presidente Joe Biden, o governo enviará tropas adicionais para auxiliar na retirada dos americanos e aliados que permanecem no país.

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A Casa Branca emitiu um comunicado na manhã de domingo confirmando o envio de tropas para auxiliar na remoção de aliados afegãos e americanos que ainda estão no país. Estas tropas não deverão combater diretamente o Talibã, mas sim apenas auxiliar na remoção dos cidadãos.

Segundo Biden, os EUA retirará totalmente suas tropas do Afeganistão em setembro, marcando 20 anos desde a queda das Torres Gêmeas que desencadeou a guerra. Nos anos em que a guerra perdurou foram enviadas mais de 2000 tropas e mais de 100.000 civis morreram ou foram feridos no conflito.

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