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Suspeito pela morte do melhor amigo é preso após tentativa de ocultar o corpo

Após tentar fugir com o corpo, o melhor amigo do jovem Caio da Silva Rondão foi preso em flagrante e é o principal suspeito do crime.

O caso agora é acompanhado pela Delegacia de Homicídios da Baixada Fluminense.
O caso agora é acompanhado pela Delegacia de Homicídios da Baixada Fluminense. (Reprodução)

Após a descoberta de um corpo que pode ser o do jovem Caio da Silva Rondão, a Delegacia de Homicídios da Baixada Fluminense segue com a investigação do caso enquanto aguarda a confirmação de que os restos mortais encontrados em uma vila da região são realmente do jovem, desaparecido desde o Carnaval.

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Conforme publicado pelo G1, dadas as circunstâncias em que o corpo foi encontrado, a polícia identificou e prendeu um dos possíveis envolvidos no caso: Wesley da Silva Alves de Souza, melhor amigo de Caio.

Segundo informações do delegado Renato Martins, um pedreiro que trabalhava em uma obra no local foi quem encontrou o corpo na última segunda-feira, dia 10. Wesley, que era amigo de Caio, teria tentado fugir com o corpo, mas acabou o deixando em um telhado após não aguentar o peso. O delegado confirmou que os dois eram amigos próximos.

“Eles eram amigos, amigos bastante próximos. Chegaram a fazer uma tatuagem juntos, vivam juntos, saíam juntos, jogavam bola juntos, assistiam futebol juntos e infelizmente é essa tragédia”, revela.

Tentativa de fuga

Segundo testemunhas que presenciaram a descoberta do corpo e a tentativa de fuga de Wesley, o rapaz tentou subir nos telhados levando o saco com o corpo, mas acabou deixando os restos mortais para trás ao não conseguir aguentar o peso. Ele foi localizado na casa de parentes em Belford Roxo e preso por ocultação de cadáver.

O corpo foi encontrado por um pedreiro que fazia obras no local. Assim que descobriu o saco plástico com os restos mortais, ele buscou informar a família de Caio, que procurava pelo jovem desde o Carnaval.

A perícia realizou testes de DNA no corpo e espera que os resultados saiam em um período de 40 dias. No entanto, os parentes do rapaz afirmam que não tem dúvidas sobre a identificação do corpo e acreditam que ele foi morto por causa de R$7 mil.

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