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Black Friday: em 2020, Procon recebeu mais de 2 mil reclamações

Órgão de proteção ao consumidor pede que consumidores pesquisem antes de comprar

Amanhã é dia da tão aguardada Black Friday e o Procon-SP alerta para a necessidade de fazer as compras de modo consciente para evitar dores de cabeça no futuro.

Além dos golpes em preços, fretes, há ainda o risco de comprar e nunca receber o pedido ou pegar o dinheiro de volta, por isso a polícia e os órgãos de defesa do consumidor pedem que as pessoas pesquisem com cuidado a reputação da loja antes de comprar.

“Empresas criadas há poucos dias antes da data promocional ou que tenham como endereço físico um local em que não há nenhuma atividade podem ser indícios de problemas”, alerta Fernando Capez, diretor executivo do Procon-SP.

Há ainda a questão das lojas que compensam desconto no frete ou que maquiam os preços, fingindo dar desconto, mas cobrando preços até mais altos do que o habitual.

De acordo com o Procon-SP, na edição do ano passado foram registradas mais de 2 mil reclamações relacionadas à Black Friday, sendo 1.912 de compradores com problemas e 542 consultas e orientações.

Entre as principais queixas registradas estavam atraso ou não entrega do pedido, pedido cancelado após a finalização da compra, maquiagem de preço (descontos que não são reais, com produto registrando mesmo preços de antes da promoção), produto ou serviço indisponível, mudança de preço ao finalizar a compra, entrega de produto diferente o incompleto ou danificado.

“As ofertas e promessas feitas aos consumidores deverão ser cumpridas integralmente e os preços, informados de forma correta e não deixando espaço para dúvidas. Casos de descumprimento da legislação ficarão sujeitos à multa prevista no Código de Defesa do Consumidor”, disse Capez.

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