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A Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) já tem em mãos os estudos da fase 1 e 2 de testes da vacina contra a covid-19 desenvolvida em parceria entre a farmacêutica norte-america Pfizer e o laboratório alemão BioNTech.

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A agência recebeu ontem os documentos, que já foram incluídos no procedimento de submissão contínua, responsável por acelerar o processo de uma futura solicitação de registro do imunizante no Brasil. Agora, a Anvisa tem 20 dias corridos para analisar os dados enviados pelos fabricantes.

Os resultados dos estudos clínicos da terceira fase da vacina, que em breve também deverão chegar à Anvisa, mostraram que o imunizante tem 95% de eficácia na prevenção ao novo coronavírus. Na ocasião da divulgação dos dados, a Pfizer informou que pretende produzir até 50 milhões de doses do imunizante ainda neste ano e cerca de 1,3 bilhão até o final de 2021 de forma global.

Na semana passada, o Ministério da Saúde afirmou ter se reunido com executivos da empresa para “conhecer os resultados dos testes em andamento e as condições de compra, logística e armazenamento oferecidas pelo laboratório”. Até o momento, não há acordo fechado entre o governo brasileiro e os fabricantes para aquisição da vacina.

“Esse é um importante passo para que o imunizante esteja disponível no Brasil. A Pfizer disponibilizará todos os dados necessários para avaliação e estará em total colaboração com a Anvisa para que esse processo transcorra da melhor maneira e o mais rapidamente possível”, informou a diretora médica da Pfizer Brasil, Márjori Dulcine, em nota à imprensa.

A empresa já pediu  autorização aos órgãos reguladores de saúde dos EUA para uso emergencial da vacina em território norte-americano. A estimativa de custo da dose do imunizante é de aproximadamente 20 dólares – cerca de R$ 106 no valor da moeda norte-americana de ontem.  Publimetro