A Câmara dos Representantes dos Estados Unidos está vetando a direita e a esquerda qualquer empresa que considerem uma ameaça à segurança do gigante norte-americano. Assim como aconteceu anos atrás com Huawei e recentemente com TikTok, agora uma parte do parlamento dos Estados Unidos está impondo uma grande barreira à empresa de drones, DJI.
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O que a DJI fez para se tornar vítima desta decisão? Acontece que 6% das ações da empresa de drones pertencem ao Estado da China. Portanto, para os Estados Unidos, isso poderia representar uma ameaça de espionagem, já que esses dispositivos vêm com uma câmera integrada.
É assim que a DJI sofre com os conflitos políticos entre os Estados Unidos e a China, muito ao estilo da "Guerra Fria" da época da União Soviética, nos anos 80 e início dos anos 90.
De acordo com uma revisão da Computer Hoy, a proibição da DJI não é diretamente contra a empresa. A Câmara dos Representantes dos Estados Unidos aprovou um projeto chamado Lei de Autorização de Defesa Nacional dos Estados Unidos, que veta empresas de capital chinês que possam representar uma ameaça à segurança nacional.

O projeto passou e foi aprovado pela Câmara dos Representantes e agora passará para o Senado, onde é muito provável que seja aprovado e vá para a assinatura do executivo nacional, em 2025, quando provavelmente haverá outro Presidente no Salão Oval.
““A DJI apresenta um risco inaceitável para a segurança nacional, e já é hora de que os drones fabricados pela China comunista sejam retirados dos Estados Unidos”, disse Elise Stefanik, representante do Partido Republicano por Nova York, na Câmara dos Representantes dos Estados Unidos.
A DJI é um gigante no mundo dos drones. Possui 70% das vendas desses dispositivos em todo o mundo. Um veto desse tipo seria um golpe duro para a empresa.