Embora já tenha passado mais de um século desde que o famoso Titanic afundou no fundo do Atlântico durante sua viagem inaugural, deixando milhares de mortos, sua lenda continua causando fascinação.
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O Titanic continua sendo objeto de curiosidade e até mesmo obsessão para muitos cientistas e entusiastas, que conseguiram se aventurar a explorar seus restos para confirmar novamente que o acidente foi real e aprender mais sobre o oceano, que também guarda milhões de mistérios.
Qual foi a icônica estrutura do Titanic que terminou de colapsar no fundo do mar?
A icônica imagem do filme de James Cameron inspirado no acidente, onde Jack e Rose estão de pé na imponente proa do navio, é sem dúvida uma das cenas mais reconhecíveis da história do cinema, mas agora novas e surpreendentes fotografias revelaram que esta famosa estrutura está desmoronada e oxidada nas profundezas do oceano.
Nas recentes imagens capturadas por submarinos robóticos, pode-se ver que 4,5 metros da proa do navio desabaram no fundo do mar.
A equipe de expedição que fez a descoberta agora adverte que é apenas uma questão de tempo antes que o navio todo desmorone definitivamente.
“As pessoas estão sempre perguntando: ‘Quanto tempo o Titanic vai durar lá?’ Nós não sabemos, mas estamos acompanhando em tempo real”, disse Tomasina Ray, diretora de coleções da RMS Titanic Inc.
Após o acidente em 1912, o navio foi perdido no tempo e na memória da maioria das pessoas até que uma equipe de exploradores capturou as primeiras imagens dos destroços em 1985.
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Estas imagens, que ajudaram Cameron a imortalizar a aparência do Titanic em seu filme de 1998, revelaram que a proa ainda estava milagrosamente intacta mais de 70 anos após o acidente, mas durante uma expedição realizada entre julho e agosto deste ano, dois veículos operados remotamente (ROV) lançados pela RMS Titanic Inc. descobriram que uma grande seção da grade da proa está faltando.
“A proa do Titanic é um ícone. Há muitos momentos desta história na cultura pop. Isso é o que vem à mente quando se pensa no naufrágio. Mas agora, já não parece assim”, disse Tomasina Ray, que liderou a expedição.