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Prisão preventiva para ex-diretor de uma escola no Equador por suposta violação de uma menina de 9 anos

O homem teria chamado a menina para o seu escritório para projetar vídeos pornográficos para ela

Imagen referencial
Imagem referencial (Fiscalía Ecuador)

Carlos Leodán S. V. está em prisão preventiva por sua suposta responsabilidade no crime de estupro, cometido contra uma menina de 9 anos. A informação foi divulgada pelo Ministério Público Estadual equatoriano.

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Este é o segundo processo que o Ministério Público está seguindo contra ele pela mesma infração penal. Em fevereiro de 2024, ele foi acusado de supostamente ter agredido sexualmente a prima da vítima atual, também de 9 anos. A audiência de avaliação e preparação para o julgamento está marcada para 5 de julho de 2024.

Neste novo caso, na audiência de formulação de acusações, o Promotor que está lidando com o caso solicitou novamente ao Juiz a aplicação da prisão preventiva, fundamentando-a com os elementos de convicção apresentados na diligência.

Com base nisso, o Juiz aceitou o pedido e ordenou a medida cautelar.

Sobre os fatos, o Promotor indicou que entre os anos de 2014 e 2016, o acusado atuava como Diretor e professor de uma escola unidocente, localizada na paróquia Zumbi do município de Centinela del Cóndor, no Equador.

Aproveitando-se de seu poder, o investigado teria chamado a menina para seu escritório para mostrar vídeos pornográficos em seu computador, e então cometer a violação.

Estes eventos se repetiriam de duas a três vezes por semana e, às vezes, ocorreriam na frente da prima da vítima, que também teria sido agredida sexualmente da mesma maneira.

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A versão da vítima - uma adolescente atualmente - foi um dos elementos de convicção que o Promotor apresentou na audiência. Em seu relato, ela indicou que ficou em silêncio devido às ameaças do professor. Ele teria dito a ela que, se contasse o que estava acontecendo, ele atentaria contra sua integridade e a de sua família.

O relato da vítima é coerente com a avaliação médico-ginecológica: o laudo confirma lesões antigas em suas partes íntimas. Além disso, ela reconheceu o acusado como seu agressor.

Além disso, o Ministério Público contou com a avaliação do ambiente social, o reconhecimento do local dos fatos e uma avaliação psicológica da vítima. Esta última perícia concluiu a presença de um quadro de ansiedade que teria sido causado pela suposta violação.

A instrução fiscal tem um prazo de noventa dias.

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