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Estudantes denunciam vários professores por assédio em uma prestigiada escola em Medellín

Escola encobre professores acusados de abuso sexual

Colegio
Salão de colegio Jetta Productions (Jetta Productions/Getty Images)

Através das redes sociais, foi divulgada a denúncia de dezenas de estudantes e mães de família do colégio Corazonista de Medellín, que, de forma anônima, contam suas experiências no Instagram, onde há casos de abuso sexual, assédio, toques indevidos, subornos, maus-tratos, entre outros. Além disso, apontam que a escola estaria encobrindo os professores envolvidos nessas situações.

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Já são mais de 130 casos em que são relatados todo tipo de abusos e maus-tratos aos estudantes, inclusive, há depoimentos de professores que passaram pela instituição e se depararam com o machismo e que as professoras tinham que usar uniforme para não provocar os estudantes.

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Denúncias por abuso

De acordo com a publicação feita pela conta feminista Somosjacarandas, há muito tempo estão sendo registrados casos graves na instituição.

“Agressão sexual, toques indesejados, abuso psicológico, bullying e cumplicidade por parte dos diretores são algumas das coisas que estão sendo denunciadas pelas alunas, ex-alunas e mães de família desta escola. A partir da página Tardigradoscorazonistas, elas têm denunciado, coletado depoimentos e provas do que está acontecendo”, diz a criadora de conteúdo na primeira parte do vídeo.

Em seguida, ele assegurou que: "de acordo com ex-alunas, esta página foi criada por um professor em particular chamado Fabian Sierra, que ensina inglês há muitos anos. Nos contaram que ele assedia sistematicamente várias alunas desde o sétimo ano, as toca e as assedia sexualmente".

Também contou que os pais foram até a escola para solicitar uma investigação a respeito, mas afirmam que receberam "rejeição por parte dos diretores da escola, não nos ouviram, não nos apoiaram nem deram importância às nossas reclamações", pode-se ouvir um áudio publicado no vídeo.

“Contam-nos que não só encobrem esse assediador, mas também pedem para não espalharem boatos e expõem as alunas que denunciam. No entanto, como toda instituição encobridora, surgiram muitos mais casos de outros professores”, afirmou.

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