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Filha de 2 anos recusa abraço; mãe questiona mudança

Relacionamento mãe-filha sob tensão

Uma mãe expressou sua preocupação após sua filha de 2 anos recusar um abraço e começar a chamá-la aleatoriamente de "mãe" e não mais "mamãe". A situação ocorreu após a mãe deixar a criança aos cuidados da avó durante a semana. A mudança no comportamento da filha levanta questionamentos sobre a dinâmica familiar.

Mãe busca conselhos nas redes sociais

Ao recorrer ao Reddit em busca de orientação, a mãe compartilhou sua perplexidade: "Minha filha de 2 anos começou a me chamar aleatoriamente de 'mãe', e é muito estranho. Voltei para a escola este mês, e com minha agenda, tenho sorte de ver minha filha por mais de uma hora, de segunda a quinta". A avó, agora chamada de "mãe" pela criança, parece estar no centro da mudança.

Expressões inusitadas da criança

A mãe revelou um episódio desconcertante: ao pedir um abraço à filha, a resposta foi fria e direta: "'Não, obrigada mãe, vá embora'". Essa súbita falta de afeto deixou a mãe preocupada e em busca de conselhos online, questionando se a situação era normal para uma criança de 2 anos.

Opiniões divergentes

A comunidade online se dividiu nas respostas. Alguns pais tranquilizaram a mãe, considerando o comportamento como típico de uma criança de 2 anos, destacando a honestidade e a imprevisibilidade nessa fase. No entanto, uma sugestão intrigante aponta para a avó como possível influência, sugerindo que a forma como a avó se refere à mãe pode estar contribuindo para a mudança no comportamento da criança.

Josue Michel/Unsplash

Reflexões sobre o impacto na dinâmica familiar

A preocupação da mãe levanta questões sobre a influência dos cuidadores na percepção da criança sobre os papéis familiares. Enquanto alguns veem a situação como uma fase normal, a mãe busca compreender se há algo mais subjacente na mudança de atitude da filha, de acordo com o Mirror.

A situação destaca a complexidade das relações familiares e a importância da comunicação aberta para enfrentar desafios inesperados. A mãe agora enfrenta o dilema de compreender a dinâmica em evolução entre ela, a avó e sua filha de 2 anos.

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