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‘Demônio do mar’ é flagrado por câmeras no fundo do oceano

As imagens da criatura foram registrada por cientistas em Galápagos.

Demônio do mar

Imagens impressionantes de uma criatura marinha foram compartilhadas por cientistas no fundo do Oceano Pacífico. Os pesquisadores registraram imagens impressionantes de um goosefish caminhando tranquilamente no fundo do oceano.

Segundo informações do Extra, o animal conhecido como “Demônio do mar” foi flagrado durante uma “caminhada” no fundo do mar enquanto usava suas nadadeiras como se fossem pés.

O registro, feito no dia 9 de outubro, nas Ilhas Galápagos, região do Equador, durante uma expedição comandada pelo Schmidt Ocean Institute em colaboração com o Parque Nacional Galápagos e a Fundação Charles Darwin.

Darwin utilizou a região de Galápagos como uma espécie de laboratório natural, onde observou os diversos animais do local e se inspirou neles para desenvolver sua Teoria da Evolução das Espécies que foi divulgada na primeira metade do século XIX.

Busca por mapear os recifes

Segundo as informações divulgadas pelo portal Extra, a expedição que flagrou o goosefish caminhando calmamente no fundo do oceano tem como objetivo mapear os recifes verticais das Ilhas Galápagos, localizada a aproximadamente mil quilômetros do Equador continental.

Goosefishes são tamboris, uma espécie de peixe encontrada em todos os oceanos do mundo, incluindo o Ártico, o Atlântico, o Índico e o Pacífico.

Estes animais tendem a habitar os fundos arenosos e lamacentos do oceano na plataforma continental e no talude continental.

Leia também: Orcas: gênios do mar e suas surpreendentes estratégias

Por sua aparência, que engloba uma cabeça muito grande com uma boca enorme e repleta de dentes longos, afiados e recurvados, ele ganhou o apelido de “Demônio do mar”. Assim como outros peixes de sua espécie, o primeiro espinho da barbatana dorsal espinhosa contém uma isca luminosa semelhante a uma lâmpada, utilizada para atrair suas presas e afugentar possíveis predadores.

As imagens recentemente divulgadas foram registradas a 1.225 pés de profundidade, ou seja, a 373 metros abaixo da superfície.

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