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Delegado compara caso de jovem que matou pai em Santa Catarina ao de Suzane Richthofen

Segundo o delegado responsável pelo caso, a crueldade do jovem foi “maior que de Suzane Richthofen”.

O jovem e um amigo foram presos na quinta-feira.
O jovem e um amigo foram presos na quinta-feira. (Reprodução / Divulgação Polícia Civil)

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Na última segunda-feira, dia 29 de janeiro, um jovem de 18 anos confessou ter matado seu pai a facadas. Na ocasião, ele também tentou matar a mãe, que sobreviveu aos ferimentos e segue hospitalizada. Segundo informações do O Globo, o caso aconteceu em Indaial, no Vale do Itajaí, em Santa Catarina.

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Conforme a publicação, a prisão do jovem e de um amigo, que também participou do crime, foi efetuada na última quinta-feira. Nesta sexta, foi realizada uma coletiva de imprensa com o delegado Filipe Martins Alves Pereira, onde ele afirmou que o grau de crueldade do caso é ainda maior do que o visto no caso de Suzane von Richthofen.

“Nesse crime a crueldade é maior, porque além do filho ter arquitetado tudo, ter planejado e prometido uma recompensa, ele ainda é o próprio executor do crime e golpeia a mãe no momento dos fatos”.

“O filho teria proposto R$50 mil e mais um veículo do casal para o amigo dele o ajudar a executar a morte dos pais. Segundo informações da investigação, o plano de morte estava sendo executado há aproximadamente dois meses. A motivação apontada pelo autor do crime teria sido desentendimentos e mágoas dos pais”, afirma.

Sob investigação

Conforme divulgado pelas autoridades, os crimes aconteceram durante a madrugada da segunda-feira. O filho foi para a casa do amigo e deixou a janela do quarto dos hóspedes aberta. No local não existem câmeras.

Após chegar na casa do amigo ele trocou de roupa e retornou para casa pela janela aberta. No entanto, ele deixou uma das facas cair no chão e precisou buscar outra na cozinha. Neste momento ele foi flagrado pela câmera de segurança da sala e identificado por familiares.

Em seguida, eles foram ao quarto onde os pais do jovem dormiam e executaram o crime.

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Segundo informações do delegado responsável pelo caso, a motivação do rapaz foi a forma como ele era tratado pelos pais.

“Ele trabalhava na empresa do pai. Não gostava de trabalhar, de estudar. Disse que o pai era bastante rígido. Segundo ele, os pais não o tratavam como filho, mas como mero funcionário, como mero empregado, que, para ele, eles não seriam pais. Isso foi criando uma revolta. Foi a partir daí que ele decidiu, nas palavras dele, eliminá-los”.

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