Ernesto Araújo critica lockdown ao ‘sacrificar liberdade pela saúde’

Por Metro

O ministro das Relações Exteriores do Brasil, Ernesto Araújo, afirmou ontem que as restrições impostas no mundo para conter a pandemia de coronavírus são ameaças à liberdades fundamentais. O chanceler e a ministra Damares Alves, da pasta Mulher, Família e Direitos Humanos, participaram ontem de reunião no Conselho de Direitos Humanos da ONU (Organização das Nações Unidas).

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“As liberdades fundamentais são hoje ameaçadas por desafios crescentes, e a crise da covid apenas contribuiu para exacerbar estas tendências. Sociedades inteiras estão se habituando à ideia de que é preciso sacrificar a liberdade em nome da saúde”, disse Araújo.

No encontro, os membros do governo defenderam a resposta do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) frente à pandemia de covid-19 e, segundo Damares, as doses prioritárias de vacina contra a doença estão “garantidas” no país.

“Garantimos a vacinação prioritária da população idosa, realizada em paralelo com a dos profissionais de saúde e dos povos tradicionais”, afirmou a ministra ao mencionar que 700 mil cestas básicas foram entregues a indígenas, quilombolas e outros povos isolados.  

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