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Avenida Presidente Wilson ficou debaixo d’água na última enchente e agora coleciona buracos

Trânsito.

Foto: André Porto / Metro Jornal

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Duas semanas após o grande temporal que a deixou debaixo d’água em diversos pontos, a avenida Presidente Wilson, na zona leste, ainda guarda os reflexos da chuva. A enchente destruiu o asfalto e espalhou buracos ao longo de toda a via, que liga a capital ao ABC.

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O trecho mais complicado se encontra na região das estações Tamanduateí e Ipiranga da linha 10-Turquesa da CPTM (Companhia Paulista de Trens Metropolitanos).

Em função da concentração de depósitos, indústrias e transportadoras, o tráfego de veículos pesados é comum na região. Os motoristas de caminhão e trabalhadores que circulam pelo local afirmam que os problemas começaram desde que a água baixou e que as equipes da prefeitura ainda não foram vistas por lá.

A enchente carregou o asfalto, que está jogado nas calçadas e nada foi feito até agora”, contou o metalúrgico Cleriston Pereira Neves, 35 anos. “O transito aumentou muito e teve um colega que já bateu o carro tentando desviar dos buracos.” Em muitos trechos, para escapar do desnível, os motoristas precisam frear bruscamente ou invadir a contramão.

Além dos buracos, há ainda muita sujeira proveniente do último alagamento na avenida Presidente Wilson e nas ruas do entorno. “Nem a calçada limparam ainda. A chuva que veio depois é que levou a maior parte, mas ainda tem pó e terra”, afirmou o metalúrgico Reginaldo Rocha Lima, 34.

A secretaria das Subprefeituras afirmou que o tapa-buraco será realizado pelas equipes de duas regionais. A  subprefeitura do Ipiranga disse que fará os reparos no trecho entre o viaduto Manoel de Oliveira Sala e a rua Diogo Mendonça até a próxima semana. Já subprefeitura da Sé afirmou que os consertos no trecho em que é responsável devem terminar ainda esta semana.  METRO

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