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São Paulo renova contratos de emergência de ônibus

Hoje, São Paulo conta com 324,4 quilômetros de vias exclusivas | André Porto/Metro
Medida foi tomada após empresa adiar conclusão de auditoria do sistema | André Porto/Metro

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A SPTrans, empresa que administra o sistema de transportes da capital, está renovando por mais um ano, os contratos de emergência com as companhias de ônibus.

Para a renovação, a prefeitura exigiu que as empresas troquem, até o fim do ano, os validadores do bilhete único por equipamentos que permitam a recarga do cartão dentro do coletivo. A recarga só será possível para usuários que já tiverem os créditos comprados. A promessa da prefeitura é de que em janeiro o sistema já esteja funcionando.

Os contratos venceram no ano passado. Mas, após os protestos contra o aumento das passagens, em junho, a prefeitura decidiu cancelar a licitação e renovar os contratos de forma emergencial até julho, quando deveria ser concluída uma auditoria no sistema de transportes.

Segundo a prefeitura, a conclusão da auditoria foi adiada por causa da complexidade e volume do trabalho que está sendo executado. A nova data de conclusão agora é outubro.

O contrato de auditoria foi firmado com a empresa Ernst & Young Assessoria Empresarial, por R$ 3,9 milhões. Inicialmente, a prefeitura pretendia manter apenas a auditoria interna, feita pela própria SPTrans. Mas, após as manifestações de junho de 2013, decidiu contratar uma empresa independente.

Segundo o diretor de gestão econômico-financeira da SPTrans, Adauto Farias, a nova licitação do transporte coletivo deve sair neste ano e os contratos devem ser assinados no início de 2015.

Neste ano, a prefeitura deve gastar R$ 1,3 bilhão em subsídios para manter o sistema.

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