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Laudo aponta falha humana no acidente que matou Fernandão

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A queda do helicóptero que matou o ex-jogador e ídolo do Inter Fernandão e mais quatro pessoas, em junho de 2014, foi causada por falha humana. É o que aponta o relatório final do Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa).

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Segundo o Cenipa, o piloto tomou algumas decisões que contribuíram para o acidente, entre elas está o fato de que Milton Ananias não tinha habilitação para fazer voo noturno.

Além disso, a jornada de trabalho foi prorrogada além do que determinam as regras da aviação. Para tripulações simples, no caso de trabalhos noturnos, a jornada máxima é de dez horas.

Exames realizados no sistema de controle de voo não apontaram falhas no helicóptero e que o local da decolagem não possuía registro e não contava com referências luminosas no solo.

De acordo com o Cenipa, como o piloto não avaliou as características físicas e operacionais do local da decolagem a segurança do voo ficou afetada, pois decidiu pela operação noturna, em local sem referências visuais externas. A ausência de iluminação no solo também teria causado desorientação.

O relatório também apontou que as condições meteorológicas durante o voo eram favoráveis, com vento calmo.

O acidente

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O ex-jogador de futebol Fernandão, que se destacou atuando pelo Internacional de Porto Alegre, morreu em acidente de helicóptero na madrugada do dia 7 de junho de 2014, em Goiás.

O atleta de 36 anos viajava durante a madrugada pela região de Aruanã, no interior goiano, quando a aeronave caiu com mais quatro ocupantes.

 

Fernandão foi revelado pelo Goiás, mas viveu a maior parte da carreira no Colorado. Ele venceu duas vezes o Campeonato Gaúcho e esteve na vitória da primeira Libertadores do time, em 2006.

No mesmo ano, ele ainda venceu o Mundial de Clubes da Fifa pelo mesmo time. Durante os quase cinco anos em que fez carreira no Inter, ele foi capitão.

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