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[Vídeo] Homem morre de infarto em igreja na Zona Sul de SP após presenciar assalto

Ladrões roubaram ferramenta de homens que trabalhavam na entrada da paróquia. Caso ocorreu na terça-feira (16)

Assaltantes roubam trabalhadores em frente a igreja
[Vídeo] Homem morre de infarto em igreja na Zona Sul de SP após presenciar assalto Imagem: reprodução redes sociais

Um homem sofreu um infarto após presenciar um assalto em frente à Paróquia São Francisco de Assis, no bairro Valho Velho, Zona Sul de São Paulo. Ele não sobreviveu.

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O fato ocorreu na última terça-feira (16). Três homens trabalhavam na entrada da igreja quando foram abordados pelos ladrões.

Uma das vítimas do assalto segurava uma ‘Makita’ no momento da abordagem. Um dos assaltantes solicitou a ferramenta e ameaçou todos de morte.

Assista ao vídeo:

Segundo o site da ‘Band’, uma máquina do tipo custa R$ 12 mil. De acordo com o texto, a igreja contratou uma empresa para realizar as obras, mas um dos funcionários disse que não quer mais trabalhar no local após o ocorrido.

Um boletim de ocorrência foi feito. Nenhum suspeito foi encontrado até o momento.

Ainda de acordo com informações, a igreja pretende extinguir as missas noturnas devido à falta de segurança. Há queixas de arrastões em frequentadores do local.

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Jovem sofre AVC após reação alérgica a castanha

A ingestão de um simples alimentos quase custou a vida de Bruno Rodrigues. O paulista de 28 anos sofreu uma reação alérgica após ingerir uma castanha. O jovem voltava da academia com a esposa Beatriz Rodrigues quando resolveu comer a semente começou a sentir falta de ar. O caso ocorreu em março deste ano.

De acordo com o “Metrópoles”, o analista de atendimento não sabia que era alérgico à castanha. Ele ficou 27 dias internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) e, ao acordar, não tinha nenhum movimento do corpo, não falava e nem dos olhos.

Ainda segundo o site, sua consciência voltou gradativamente. Rodrigues começou a falar de forma lenta 20 dias depois do incidente.

De acordo com exames, Bruno foi vítima de um Acidente Vascular Cerebral (AVC). Ele ainda possui dificuldades para conversar.

Ele não tinha nenhuma força. Não sustentava o tronco nem o pescoço, e só depois de um mês que começou a se levantar. Em um mês e 23 dias, ele estava ótimo, andando. Tivemos alta da clínica mas, ao chegar em casa, Bruno começou a ter muitos espasmos. A perna e o braço direito endureceram e ele parou de andar em quatro dias”, comenta a esposa Beatriz em entrevista.

Casos são raros

De acordo com o médico-neurocirurgião Victor Hugo Espíndola, casos como o de Bruno, em que ocorre um AVC após uma crise alérgica, são extremamente raros, mas ocorrem quando a reação do paciente é grave, com a vítima sofrendo uma parada cardiorrespiratória.

Pode faltar sangue no cérebro e isso vai levar a uma hipóxia cerebral, um consequente AVC, e o paciente pode ir a óbito por uma parada cardiorrespiratória”, explica Espínola.

Bruno Rodrigues ainda apresenta limitações nos movimentos dos braços, mas já consegue andar. Ele segue internado em uma clínica de reabilitação.

“Nossa vida no momento está 100% focada na reabilitação do Bru. Ele está cada dia mais independente. Já consegue comer sozinho, tomar banho, mas precisa de ajuda para se trocar e fazer algumas pequenas coisas do dia a dia, como calçar o tênis”, diz a esposa.

Mesmo sentindo saudade da rotina do trabalho, o que o jovem mais sente falta é da filha Madalena, de 1 ano e 8 meses. Por trabalhar em casa, Bruno passava o dia com a bebê.

Eles sempre foram grudados, e ela sofreu muito por não entender por que o Bruno tinha sumido. Eles só se viram um mês depois, quando ele saiu da UTI. Foi um encontro lindo”, conta Beatriz.

Caso ocorreu em março deste ano
Bruno Rodrigues, de 28 anos, foi parar na UTI após sofrer reação alérgica à castanha (Reprodução Metrópoles/Arquivo pessoal)

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