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Os detalhes da história do pastor preso acusado de manter 8 pessoas com deficiência trancadas em porão

Casal negou as acusações e afirma que pessoas estavam no local por livre arbítrio

Pastor preso acusado de manter 8 pessoas deficientes trancadas em porão

Curtis Bankston, um pastor de 55 anos, e sua esposa, Sophia Simm-Bankston, 56, foram presos recentemente na Geórgia, Estados Unidos, sob a acusação de manter 8 pessoas com deficiência (físicas e mentais) trancadas em um porão.

Segundo informações compartilhadas pela People, o casal operava um centro de cuidados mesmo sem ter qualquer tipo de licença para tal atividade. E, para garantir o funcionamento, detetives afirmam que eles utilizavam como “disfarce uma igreja conhecida como One Step of Faith 2nd Chance”.

Como tudo foi descoberto?

Uma equipe de bombeiros foi acionada para atender uma pessoa que estava tendo convulsões e antes de deixar a residência percebeu que o porão estava trancado com duas fechaduras e então resolveu acionar a polícia.

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“Informações preliminares indicaram que até oito indivíduos residiam no porão desta casa e que foram ‘trancados’ em determinados momentos pelos ‘zeladores’”, afirma um comunicado. “Os ‘zeladores’ estão alugando esta propriedade há aproximadamente quatorze meses, usando o porão como uma casa de cuidados pessoais para os indivíduos, o que essencialmente os aprisionou contra sua vontade”, dizia.

Sobre o 2nd Chance

Em seu site, a igreja afirma que este é “um programa projetado para promover o desenvolvimento mental, físico e espiritual de cada participante e os capacita com amor, respeito, perdão e fé através do significado dos valores cristãos”. Eles ressaltam ainda que esta é uma iniciativa totalmente sem fins lucrativos e que oferece aulas “Jobs for Life” e “treinamento de empregabilidade” para pessoas que deixaram o sistema prisional.

Sobre a iniciativa desenvolvida na casa de Bankston, a polícia ressaltou: “eles [Bankston] estavam no controle das finanças, medicamentos e benefícios públicos dos deficientes. A investigação também revelou que esses indivíduos tiveram seus medicamentos negados e, em alguns casos, cuidados médicos também”.

Por fim, embora [o casal] tenha negado as acusações, o caso por enquanto segue sob investigação e as pessoas encontradas no local foram encaminhadas para moradias alternativas do Departamento de Serviços Humanos do estado da Geórgia.

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