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Mulher conta como conseguiu escapar de um Serial Killer aos 15 anos de idade

Ela, que agora está com 35 anos, contou sobre como estudou os movimentos de seu sequestrador antes de conseguir escapar do cativeiro.

Kara tinha 15 anos quando foi sequestrada por um Serial Killer

Kara Robinson, de 35 anos, é de Columbia, na Carolina do Sul. Ela sobreviveu a um sequestro pelo assassino em série Richard Evonitz e agora revela como estudou os movimentos de seu sequestrador antes de conseguir escapar do cativeiro.

Conforme publicação feita pelo The Mirror, Kara passou 18 horas presa por Richard Evonitz. Ela foi sequestrada pelo serial killer em frente a casa de uma amiga.

Na época com 15 anos, a jovem estava regando flores no jardim de sua amiga quando um homem estacionou e perguntou se ele poderia dar algumas revistas a ela. Ele se inclinou para entregar as revistas a ela enquanto ao mesmo tempo apontava uma arma para seu pescoço.

Ela foi forçada a entrar em um recipiente de plástico localizado na parte de trás do veículo.

Ela se atentou a detalhes para conseguir escapar do Serial Killer

Desde o momento em que foi raptada, Kara prestou atenção em detalhes que poderiam ajudá-la a fugir e identificar seu raptor. Imediatamente ela começou a anotar mentalmente informações que poderiam ser relevantes, como o número de série do recipiente de plástico no qual foi forçada a entrar.

“Nesse ponto, meu cérebro desligou minhas emoções. Eu apenas entrei no modo de sobrevivência”, afirma a mulher. Ela foi levada ao apartamento do sequestrador onde foi algemada e amarrada antes de ser drogada e violentada.

Apesar da violência, Kara conseguiu desligar seu cérebro e se concentrar em formas de sobreviver e escapar do local. “Naquele apartamento, eu sabia quais eram as intenções daquele homem para mim e enquanto era atacada, parecia algo que aconteceu com outra pessoa. Eu meio que desliguei meu cérebro e deixei meu corpo”, afirma.

Ela foi memorizando detalhes do apartamento e pertences e, em determinado momento, diz ter ficado próxima de uma arma, mas pensou duas vezes antes de fazer qualquer movimento repentino. “Pensei por um momento em pegar a arma e então percebi que havia poucas chances de vencer aquela luta”.

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Kara continuou coletando informações e esperando o momento certo para agir quando as chances de se soltar fossem maiores. Na manhã seguinte ao sequestro ela conseguiu se libertar enquanto o serial killer dormia ao seu lado.

Depois de fugir pela porta da frente, ela fez sinal para um carro que a levou até uma delegacia. No local, ela ajudou a identificar seu agressor, que fugiu para Flórida e se matou após uma perseguição policial.

Após saber da morte de seu sequestrador, a jovem disse ter ficado “um pouco brava” por ele ter tirado a própria vida e não ter sido julgado pelos seus crimes. “Meus sentimentos foram e voltaram ao longo dos anos, sentindo alívio por ele ter morrido porque nunca tive que ir para tentativas de reconhecimento”.

Somente mais tarde ela soube que o homem era um assassino em série investigado por outros três assassinatos de jovens entre 12 e 16 anos.

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