Social

Confeiteiro viraliza após ser proibido de utilizar confeitos coloridos em seus doces; entenda o motivo

Ele ficou ‘furioso’ ao receber uma notificação oficial informando que o uso dos confeitos não era permitido no Reino Unido.

Confeiteiro é proibido de utilizar granulado

Rich Myers, um confeiteiro do Reino Unido, ficou ‘enfurecido’ após ser proibido de utilizar seus confeitos coloridos na cobertura de bolos e doces feitos em sua confeitaria.

Conforme publicação do The Mirror, o confeiteiro teria desabafado nas redes sociais após um cliente desconhecido tê-lo denunciado por conta do tipo de confeito utilizado por ele na cobertura de doces e bolos. Segundo o confeiteiro, os confeitos permitidos tem “gosto ruim”.

Eles foram proibidos de utilizar os confeitos coloridos em seus doces

O homem relata que os oficiais de Padrões de Comércio visitaram sua confeitaria há duas semanas e se decidiram que os granulados utilizados por ele estão proibidos. Os confeitos, importados dos EUA, contêm a substância E127, que “não é permitida” no Reino Unido.

O confeiteiro classificou a proibição como “ridícula” e viralizou após compartilhar sua opinião online. “Para quem nos denunciou aos oficiais de Padrões Comerciais. Tudo o que eu tenho a dizer é, meu caro senhor, que vida triste. Minha filha, que agora está com sete meses, tem que conviver com o fato de que o pai não vai poder levá-la para a Disney porque não pode vender nenhum biscoito”.

O homem ainda informou estar “preparado apenas para usá-los (os confeitos proibidos)”, sem possibilidade de substituir os confeitos. “Se não posso usá-los, não vou usar nenhum. Estarei em greve e não vou ceder por ninguém”, declarou Rich.

A proibição dos confeitos veio após estudos indicarem uma relação entre o aditivo E127 e distúrbios de hiperatividade e tumores em ratos. Por este motivo, seu consumo na Europa está proibido e existem campanhas para que o mesmo ocorra nos EUA.

Confeiteiro se nega a utilizar outro tipo de confeitos em seus doces

Rich é proprietário da Get Baked, localizad em Leeds. Ele não pode mais comercializar seus produtos mais vendidos por conta dos confeitos utilizados, que foram proibidos no Reino Unido. Descontente, ele jurou não utilizar a alternativa britânica para os granulados pois elas “nãos e comparam ao sabor ou aparência.

“O que acontece é que os granulados britânicos são uma porcaria porque têm uma cor muito pastel, então não assam, as cores escorrem e somem. Você pode conseguir granulados americanos que não fazem isso e eles estão amplamente disponíveis. Nós os compramos em uma loja em Londres, então não é como se estivéssemos comprando de forma ilegal”, declarou o confeiteiro.

Confira também:

Ele ainda reafirma que os confeitos entram de forma legal no país, o que, para ele, não condiz com a proibição. “Poucas pessoas ficam incomodadas com os granulados, mas alguém nos denunciou. O argumento é de que eles causam hiperatividade, e se for verdade é um argumento válido, mas não se considerarmos que o refrigerante de cola é legalizado e é cheio de açúcar, deixando as crianças hiperativas”.

Em suas postagens, é possível ver os clientes defendendo o confeiteiro e pedindo a volta de seus produtos preferidos, mas isso não foi suficiente para anular o veredito dos órgãos legais. Rich teve de retirar dois de seus produtos mais vendidos das suas prateleiras.

“Um homem entrou na padaria e disse ‘Olá, você está sendo investigado porque alguém denunciou você por uso de granulado ilegal’. Pude continuar vendendo até eles avaliarem e confirmarem a proibição, o que levou alguns dias, então vendemos o máximo que podíamos porque tenho um monte deles. Eles enviaram um e-mail para confirmar que é ilegal e dizer que eu tinha que retirá-los de circulação imediatamente”, disse Rich.

Insatisfeito, Rich agora teme por seu negócio enquanto tenta encontrar alternativas que não alterem o sabor de seus doces. “Afeta apenas dois produtos, mas afeta minha alma mais do que qualquer coisa e estou apavorado com meu negócio, sendo que eles são meus campeões de vendas”.

Tags

Últimas Notícias


Nós recomendamos