Tecnologia pode permitir conversar com quem já faleceu

Por Camilla Viegas

A Microsoft quer desenvolver um robô que encarna entes queridos falecidos através de um chat. A ideia é usar dados pessoais como imagens, áudios, publicações em redes sociais e textos em apps de troca de mensagens para construir uma espécie de identidade digital de uma pessoa que já morreu.

Além disso, a empresa abriu um pedido para registro de patente também para criar um modelo de uma pessoa em 2D ou 3D usando dados de imagens publicadas na Internet.

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A gigante do mercado de tecnologia investe por ano cerca de US $17 bilhões no departamento de inovação e isso a mantém na corrida pela produção tecnológica de ponta. O novo projeto é ousado e quer transformar as informações que as pessoas deixam na Internet em fonte de pesquisa para a criação de uma espécie de protótipo digital. Isso pode ser feito tanto com pessoas já falecidas, quanto com pessoas que ainda estão vivas (celebridades, políticos, etc).

 

 

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