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99Moto revela dados de viagens em SP e número de mortes impressiona

Ao revelar o balanço do serviço 99Moto ao longo dos 14 dias de operação, a quantidade de viagens e o número de ocorrências registradas chamaram atenção.

99 moto
99Moto 99Moto (Mariana Lienemann/Reprodução / Divulgação 99)

Nesta quinta-feira, 6 de fevereiro, a 99 divulgou um balanço sobre os 14 dias em que o serviço 99Moto ficou disponível na cidade de São Paulo. Tema de uma ampla discussão e de uma batalha jurídica entre a empresa o prefeito Ricardo Nunes, o serviço de mototáxi por aplicativo foi proibido de funcionar na cidade até que uma nova decisão judicial seja tomada.

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Considerado um “crime” pela administração municipal, o serviço 99Moto ficou ativo na cidade de São Paulo entre os dias 14 e 27 de janeiro. Segundo balanço, no período em questão foram realizadas mais de meio milhão de viagens na cidade.

Em comunicado, a empresa confirma que apenas dois acidentes leves foram registrados durante o período de atividade do serviço. Desta forma, nenhuma morte decorrente de acidentes foi registrada entre condutores e usuários da opção.

Para Bruno Rossini, diretor da 99 no Brasil, os dados comprovam que “é possível oferecer um serviço de transporte seguro, utilizando a tecnologia para reduzir os riscos para passageiros e motociclistas”.

Mais de 170 mil usuários

De acordo com os dados divulgados, o percurso médio das viagens dos usuários que utilizaram o 99Moto na cidade de São Paulo foi de 6 quilômetros, com duração aproximada de 13 minutos.

Ao longo do período em que ficou ativa, a operação registrou um maior fluxo de chamados nos bairros de Capão Redondo, Itaquera, Tucuruvi, Jabaquara, Tatuapé, Itaim Paulista, Santana, Santo Amaro, Vila Sônia e Grajaú. Os dados ainda revelaram que mais de 170 mil passageiros utilizaram a opção de serviço durante seu período de disponibilidade.

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Briga judicial

Enquanto o serviço 99Moto segue suspenso na cidade de São Paulo, as empresas de transporte por aplicativos 99 e Uber travam uma batalha judicial contra a Prefeitura, que conseguiu uma decisão liminar que suspendeu a oferta do serviço na cidade.

Para tal, as empresas buscam respaldo jurídico em decisões anteriores do Supremo Tribunal Federal, que confirmaram que a atividade não pode ser proibida pelas prefeituras.

O Metro entrou em contato com a Prefeitura de São Paulo e aguarda posicionamento.

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