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Bilionário aos 35 anos, brasileiro investigado pela PF afirmava não ter "dinheiro nem para um refrigerante"

Kaze Fuziyama, bilionário do ramo das criptomoedas, é investigado em uma operação conduzida pela Polícia Federal.

Kaze Fuziyama
Kaze Fuziyama Kaze Fuziyama (Reprodução - Redes sociais)

Bilionário aos 35 anos, o brasileiro Kaze Fuziyama se tornou alvo de uma operação da Polícia Federal que investiga fraudes e crimes financeiros dentro e fora do Brasil. Filho de mãe brasileira e pai japonês, o bilionário chegou a criticar “pessoas malandras” envolvidas em esquemas de pirâmide e revelou que, antes de alcançar sua fortuna, não tinha “dinheiro nem para um refrigerante”.

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De acordo com informações compartilhadas pelo Metrópoles, Fuziyama revela ter se mudado para o Japão aos 6 anos de idade, começando a trabalhar aos 12 com o feitio de concreto. Após se mudar para Suzuka ele teria trabalhado na Honda por 14 anos. O contato do brasileiro com as empresas de criptomoedas teria começado tempos depois.

Segundo a publicação, ele atuou na divulgação da D9 Club, empresa investigada sob suspeita de ser uma pirâmide financeira. Apesar de negar envolvimento com a empresa, um vídeo publicado nas redes sociais mostra Fuziyama recebendo um cheque de US$22 mil como um suposto pagamento pelo seu desempenho na empresa.

Os criadores da “D9 Club”, Danilo e Kelliane Santana, foram acusados de ocultação de bens e associação criminosa, uma vez que, segundo denúncia do Ministério Público da Bahia (MPBA), a empresa funcionaria como uma pirâmide financeira.

Mineração de criptomoedas na Ucrânia

Kaze Fuziyama é o proprietário da empresa de mineração de criptomoedas “Mining Express”, sediada na Ucrânia. A empresa em questão foi um “investimento” realizado pelo empresário que decidiu buscar no mercado de criptomoedas uma forma de expandir seu patrimônio.

No entanto, ele logo se tornou alvo da Operação Fortuito 2, realizada pela Polícia Federal contra um grupo suspeito de crimes financeiros, e teve uma mansão apreendida. Além disso, valores estimados em US$50 milhões também são investigados sob suspeita de serem provenientes de pirâmides financeiras estruturadas no exterior.

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