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Massagista que prometia ‘levantar bumbum’ é indiciado por importunação sexual em MG

Homem enganava clientes e aproveitava para tocar suas partes íntimas

Massagista vai responder por importunação sexual em MG

A Polícia Civil indiciou um massagista de 52 anos por importunação sexual contra três mulheres em Belo Horizonte, em Minas Gerais.

O acusado foi identificado como Antônio Henrique da Silva, mais conhecido como “Henrique Natureza”. Os crimes aconteceram em 2020, mas foram denunciados em maio deste ano. As investigações foram conduzidas pela Delegacia Especializada em Investigação à Violência Sexual.

Segundo Cristiane Angelini, delegada responsável pelo caso, mesmo com fatos ocorridos há dois anos, foi possível produzir provas suficientes para o indiciamento do suspeito.

Na época em que os fatos vieram à tona, a advogada das vítimas, Thalita Arcanjo, contou que o homem se aproveitava dos momentos das massagens para tocar as partes íntimas das clientes.

De acordo com a defensora, o homem enganava as mulheres prometendo curas e dizendo que era um “conhecedor do corpo humano”.

Mão nas partes íntimas

Segundo uma das vítimas - uma influencer -, o massagista a ofereceu um pacote em troca da divulgações de seus serviços. A mulher receberia um procedimento denominado “pump”, que consistiria em “levantar o bumbum”. O relato foi divulgado pelo portal de notícias “G1″.

A cliente disse que preferia o serviço de massagens na região da barriga e que pagaria por ele, mas, segundo ela, foi convencida a aceitar o “pump”.

Na data marcada, a vítima compareceu à clínica e, durante a sessão, percebeu que o massagista passava as mãos em suas partes íntimas de maneira agressiva. Ele tentou repetir o movimento, mas ela reclamou.

De acordo com o boletim de ocorrência, a mulher informou que, depois do episódio, passou a sentir dores nas partes íntimas devido à violência sofrida.

No mesmo documento, uma segunda vítima declarou que o homem passou uma grande quantidade de óleo e, durante a massagem, introduziu o dedo na vagina dela.

O suspeito vai responder pelos crimes em liberdade.

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