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Homem joga água fervendo em noiva e depois se mata na zona leste de SP

Ele aproveitou que ela dormia para cometer o feminicídio, de acordo com a polícia

Jaqueline Carletto, de 29 anos, foi morta pelo companheiro enquanto dormia, na tarde desta segunda-feira, em uma casa no bairro da Vila Bela, zona leste de São Paulo.

Seu companheiro, Denis Magalhães, de 31 anos, jogou água fervente no ouvido dela enquanto ela dormia, e se matou em seguida, de acordo com boletim de ocorrência registrado pela polícia. Os corpos foram encontrados pelo filho da vítima, de 15 anos.

Os detalhes do feminicídio ainda serão esclarecidos. A polícia ainda não sabe a motivação do crime, já que o casal havia noivado no último dia 3 de abril, de acordo com publicação das redes sociais de Jaqueline.

A tia da vítima lamentou nas redes a morte da sobrinha e disse que além da água quente, Jaqueline foi envenenada pelo noivo. “Falava que amava que dias antes estava dizendo declaração de amor... frio, calculista”, disse Margareth Fenolio.

O caso foi registrado no 49º Distrito Policial de São Mateus como feminicídio seguido de suicídio e os corpos deverão passar por perícia no Instituto de Criminalística e IML (Instituto Médico Legal).

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LEI HENRY BOREL

Os deputados aprovaram nesta terça-feira um projeto de lei que torna o homicídio de menores de 14 anos crime hediondo e também aumenta a punição para crimes de injúria e difamação contra menores.

O texto, apelidado de Lei Henry Borel, em referência à morte do menino de 4 anos no Rio de Janeiro, segue para a sanção do presidente.

Henry Borel morreu em função de 23 lesões internas causadas por agressões. A polícia acusa o padrasto, Jairo Souza Santos, o Jairinho, pelas agressões, e a mãe, Monique Medeiros, de omissão.

O novo texto cria no Código Penal a classificação de “homicídio contra menor de 14 anos”, classificado como homicídio qualificado, cuja pena varia de 12 a 30 anos.

A pena pode ser aumentada em dois terços se o responsável for pai, mãe, padrasto, madrasta, tio, irmão, cônjuge, tutor, curador ou qualquer pessoa que tenha autoridade sobre a vítima.

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