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Empresário baleado por esposa militar morre em hospital; ela mentiu que foi um assalto

Crime ocorreu na Praia Grande em dezembro

Morreu nesta terça-feira, na Praia Grande, o empresário Bruno Paiva Júnior, de 52 anos, após permanecer internado por mais de 50 dias no Hospital Irmã Dulce.

Paiva foi baleado no peito por sua esposa, Karina de Freitas Fogolin, que é tenente dentista do Exército. No início, ela mentiu para a polícia dizendo que ele tinha sido baleado em uma tentativa de assalto

O crime ocorreu em dezembro do ano passado. A polícia recebeu uma chamada de que havia um homem baleado no bairro do Boqueirão. Quando a polícia chegou ao local, os vizinhos já tinham socorrido o empresário e o levado para o hospital. As testemunhas disseram aos policiais que ele havia sido baleado pela esposa durante uma briga de casal em sua residência.

Em uma tentativa de simular um assalto, ela disse que não possuía arma e que o ladrão tinha atirado e fugido da residência, mas durante as buscas os policiais encontraram uma arma embaixo do carro do casal, na garagem da casa.

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Quando foi confrontada, ela admitiu o crime. Ela foi presa, mas conseguiu a liberdade provisória enquanto aguardava o julgamento por ‘homicídio tentado’, mas com a morte do marido ela agora vai responder por homicídio e pode ter sua liberdade provisória revogada.

De acordo com o Comando Militar do Sudeste, por não se tratar de um crime militar, a 2ª Tenente Dentista Temporário Karina de Freitas Fogolim será julgada pela justiça comum e está afastada do exército aguardando o processo de reforma.

O empresário Bruno Paiva foi enterrado nesta quarta-feira no Cemitério Jardim da Colina, em São Bernardo.

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