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Uso de máscara e demais protocolos seguem valendo | Rivaldo Gomes/Folhapress / SÃO PAULO, SP, 05/05/2021: ESCOLA-SP - Movimentação de alunos na Escola Estadual Major Marcelino, na zona norte de São Paulo, nesta quarta. Balanço de volta às aulas. (Foto: Rivaldo Gomes/Folhapress)Uso de máscara e demais protocolos seguem valendo | Rivaldo Gomes/Folhapress / SÃO PAULO, SP, 05/05/2021: ESCOLA-SP - Movimentação de alunos na Escola Estadual Major Marcelino, na zona norte de São Paulo, nesta quarta. Balanço de volta às aulas. (Foto: Rivaldo Gomes/Folhapress)
Foco 21/07/2021

Prefeitura libera aula presencial para todos

Por : André Vieira - Metro

Ainda que estejamos em pandemia e que o uso de máscaras continue obrigatório, a volta às aulas para o segundo semestre na capital será mais parecida com a do “velho normal”. As escolas públicas e privadas não terão mais limite de alunos e poderão receber até 100% dos estudantes presencialmente.

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O anúncio foi feito na terça-feira pela Prefeitura de São Paulo, que oficializou a adoção das novas regras para o ensino que foram determinadas pelo governo do estado.

A partir de agosto, não haverá mais um teto para o número de alunos que poderão frequentar as aulas presenciais, hoje fixado em 35% dos matriculados. As escolas poderão receber quantos estudantes a sua estrutura física suportar, desde que respeitada a distância de um metro.

A mudança permitirá que muitos colégios já entrem no segundo semestre com todos os estudantes em sala – o que não ocorre desde março do ano passado. 

Nas escolas em que isso não for possível, a recomendação é que se faça o rodízio de alunos. Apenas nas creches a permissão é para o atendimento presencial de até 60% dos bebês e crianças.

Secretário da Educação, Fernando Padula afirmou que, mesmo com a flexibilização, os estudantes com comorbidades devem permanecer no ensino remoto.

A participação dos demais também não é obrigatória. Por força de lei municipal, enquanto durar a pandemia, os responsáveis podem decidir se levam ou não os alunos para os colégios. “Mas cabe um reforço: lugar de criança é na escola. Estamos seguindo as recomendações da saúde e aumentando a capacidade de atendimento com autonomia para cada unidade, de acordo com o seu tamanho e a quantidade de alunos”, disse Padula, lembrando que todos os funcionários da educação estão vacinados contra covid-19. 

30% não estudaram na pandemia 

As restrições impostas pela pandemia derrubaram o nível de aprendizagem dos estudantes da rede municipal. Segundo a prefeitura, no ano passado, 30% dos estudantes entregaram poucas ou nenhuma das atividades propostas. Uma avaliação mostrou que os alunos cujo desempenho era considerado abaixo do esperado permaneceram estagnados enquanto que os de nível básico tiveram queda no aprendizado. Apenas os estudantes em estágio adequado ou avançado  mantiveram a proficiência. O município anunciou que fará programas de recuperação e para evitar a evasão escolar. 

ATENÇÃO PARA A CHAMADA

Regras e recomendações para o ensino presencial
público e privado na capital neste segundo semestre

Sem limite de alunos

O percentual máximo de estudantes por escola,
hoje fixado em 35% dos matriculados, foi eliminado

Os colégios poderão receber quantos estudantes 

a sua capacidade física permitir, desde que 

respeitem o distanciamento de um metro

Apenas as creches da prefeitura terão limite
e poderão receber até 60% das crianças

Participação opcional

Mesmo com a ampliação do ensino presencial, a participação segue opcional. 

O responsável que não quiser, não é 

obrigado a mandar o filho para a escola

Alunos com comorbidades ou que apresentem sintomas de covid-19 devem permanecer no ensino remoto

Protocolos assegurados

As escolas devem manter:

  • Uso obrigatório de máscara
  • Disponibilização de álcool em gel

A rede pública municipal conta ainda com o programa Mães Guardiãs, para orientação e fiscalização do cumprimento dos protocolos sanitários

FONTE: PREFEITURA DE SÃO PAULO