Foco

Empresa é condenada após fazer ‘paredão’ para demitir funcionária; entenda como tudo aconteceu

Decisão foi anunciada este mês por juiz da 16ª Vara do Trabalho de Fortaleza

Empresa é condenada após fazer ‘paredão’ para demitir funcionária; entenda como tudo aconteceu

Uma empresa de Turismo do Ceará foi condenada a pagar a soma de R$ 14 mil como indenização para uma consultora de vendas que foi demitida após a realização de uma espécie de “paredão” entre funcionários. A decisão foi anunciada recentemente pela Justiça do Trabalho do estado.

Aos que desconhecem, o “paredão” é uma dinâmica de votação entre os participantes do reality show Big Brother Brasil.

Sobre o caso no Ceará

De acordo com informações compartilhadas, a ex-funcionária afirmou em sua ação trabalhista que foi contratado em julho de 2019 pelas empresas Somos Case Gestão de Timeshare e Multipropriedade e MVC Férias e Empreendimentos Turísticos e Hotelaria, porém demitida cerca de 1 mês depois, sem receber as verbas trabalhistas que seriam de seu direito.

Você pode se interessar por:

  1. Encontram peixe ‘monstruoso’ durante passeio na praia
  2. Carro de luxo escapa de guincho e atinge outro veículo
  3. Homem perde dente postiço em parque de diversões com intensidade de brinquedo
  4. Vídeo registra momento em que homem é perseguido por leão da montanha durante caminhada
  5. Homem toca violino para relaxar durante voo de parapente

Votação para a demissão

À Justiça, a ex-colaboradora relatou que os empregados tinham limitadas as idas ao banheiro e horários de alimentação, além de serem constrangidos constantemente.

Em relação ao evento do “paredão”, a mulher relatou que os funcionários foram coagidos a votarem entre si e dizer o motivo pelo qual o outro companheiro de trabalho deveria ser demitido.

Na condenação, que foi decidida pelo juiz Ney Fraga Filho, da 16ª Vara do Trabalho de Fortaleza, foi registrado o seguinte:

“Depois de atender entre 5 e 6 clientes, o gestor reuniu todos [os funcionários] e os levou para uma antessala, alegando que eles não haviam efetuado nenhuma venda e que eles só estavam preocupados em comer; informou que naquele exato momento ia fazer um ‘Big Brother’ e mandou escolher um vendedor e um fechador para votar para sair da equipe; que naquele momento o depoente ficou constrangido e se recusou a votar». Essa parte se refere à uma testemunha, que também foi demitida na ocasião por se recusar a votar no “paredão”.

O que dizem as empresas?

A Somos Case Gestão de Timeshare e Multipropriedade Ltda negou qualquer tipo de vínculo empregatício e a prestação de serviços. Já a MVC Férias e Empreendimentos Turísticos e Hotelaria, afirmou que a empregadora da ex-funcionária era a primeira empresa.

Por fim, agora, o processo, que além de danos morais, tem condenações para anotação da carteira de trabalho, o pagamento de aviso-prévio, 13º salário, entre outros, se encontra em fase recursal, em que as organizações podem solicitar a contestação do juiz. (Com G1).

Além do caso desta empresa, que tal conferir mais uma notícia?

  1. Vizinho herói salva menina de dois anos que ficou pendurada no 6º andar de prédio
  2. Flagram bebê falando ‘mamãe’ com tom de voz um ‘pouco’ diferente
  3. Família é surpreendida por centenas de ‘peixes voadores’ durante passeio de barco
  4. Registram homem fazendo carinho em enorme crocodilo
  5. Vídeo registra momento em que vento forte faz cachorro com mais de 30kg girar no ar; assista
Tags

Últimas Notícias


Nós recomendamos