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Após semanas de altas e baixas e perdas milionárias, o bitcoin volta a se aproximar da sua máxima histórica de US$ 57 mil, registrada em fevereiro.

Por volta das 11h desta quinta-feira, o bitcoin era negociado a US$ 56.829, uma alta de 1,14% sobre a cotação de ontem, mas um acumulado de 13,67% nos últimos sete dias.

Os analistas acreditam que essa alta se deve ao aumento do apetite de risco dos investidores, que buscam diversificar seu portfólio.

O interesse de grandes bancos e agências do mercado na criptomoeda tem aumentando a confiança dos investidores e empurrado seu valor de mercado, que nesta quinta já havia ultrapassado a cada dos US$ 1 trilhão (exatamente, US$ 1,05 trilhão).

Entre as empresas que tem avalizado o mercado do bitcoin está a agência de risco JP Morgan, que afirmou que a agência também está preparada para “surfar na onda de cripto”.

 

Crítica

O bilionário Bill Gates  disse em uma entrevista ao The New York Times que não acredita na tendência das criptomoedas para  futuro da economia, já que suas transações consomem grande quantidade de energia e podem aprofundar o problema climático pelo qual passa a humanidade.

Veja a cotação das criptomoedas em tempo real

Dólar abre em queda nesta quinta

Na quarta-feira o dólar fechou com a maior queda diária desde janeiro e fechou o dia cotado a R$ 5,652  para a venda, uma queda de 2,5%.

O Banco Central interveio para segurar a alta da moeda nesta quarta, vendendo US$ 1 bilhão em contrato de swaps e leiloando US$ 405 milhões das reservas cambiais.

Dois outros fatores que ajudaram a segurar a cotação da moeda foram ao avanço da proposta de emenda sobre o auxílio emergencial, que prevê corte de gastos obrigatórios  como contrapartida, e a euforia do mercado com a aprovação do pacote de ajuda de US$ 1,9 trilhão nos Estados Unidos, que ajudará a injetar dinheiro no mercado mundial.

Nesta quinta-feira, por volta das 12h a moeda era cotada a R$ 5, 6102, queda de 1,09% em relação ao fechamento de quarta-feira.

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Ibovespa

O mercado de ações também repercutiu a notícia da aprovação da ajuda trilionária dos Estados Unidos . Outra notícia favorável foi a queda do rendimento dos títulos públicos de 10 anos no país. A desvalorização dos títulos públicos norte-americanos empurra investidores para países em desenvolvimento, como o Brasil, e essa notícia animou muito o mercado.