Paulo Guedes ataca Febraban e defende novo imposto digital

Por Metro World News

O ministro da Economia, Paulo Guedes, soltou o verbo na quinta-feira em audiência online na Comissão Mista do Congresso Nacional sobre medidas contra a covid-19.

Em sua fala mais polêmica, ele acusou a Febraban (Federação Brasileira de Bancos) de articular para o tirar o cargo. “A Febraban é o cartório institucionalizado dos bancos, é paga para isso. Ela financia até programa de estudo de ministro gastador, para enfraquecer ministro que quer acabar com privilégios. A Febraban faz lobby para enfraquecer ministro que está segurando a barra. É uma casa de lobby, e isso é justo, mas tem que estar escrito na testa: lobby bancário.” A instituição disse em nota que sempre se posicionou pela necessidade de sustentabilidade fiscal para a retomada econômica.

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Guedes não revelou quem seria o ministro “gastador”, mas já entrou em conflito sobre o tema em outras oportunidades com o ministro do Desenvolvimento Regional, Rogério Marinho.

O ministro da Economia também voltou a defender um novo imposto que incida nas transações eletrônicas. “As pessoas nem entenderam que tem um futuro digital chegando. O Brasil é a terceira ou quarta maior economia digital do mundo, nós vamos ter que ter um imposto digital mesmo.” Mais tarde, porém, afirmou que a ideia está morta. Guedes disse ainda que o governo está pronto para uma segunda onda de covid-19, apesar de não acreditar na possibilidade. Ele comemorou dados divulgados ontem de geração de postos com carteira assinada. Setembro foi o terceiro mês consecutivo positivo, com abertura líquida de 313.564  vagas.  

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