logo
/ Getty Images / Getty Images
Foco 22/10/2020

Morre voluntário brasileiro da vacina Oxford/AstraZeneca

A Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) confirmou ontem a morte de um voluntário brasileiro que participava dos testes clínicos da vacina contra o novo coronavírus desenvolvida pela Universidade de Oxford e pelo laboratório AstraZeneca.

Ele morreu na última quinta de complicações da covid-19. A Anvisa não informou se o voluntário recebeu vacina ou placebo (substância sem efeito) alegando “compromissos de confidencialidade ética”. Um comitê independente avaliou o caso e decidiu não suspender os testes.

QUER RECEBER A EDIÇÃO DIGITAL DO METRO JORNAL TODAS AS MANHÃS POR E-MAIL? É DE GRAÇA! BASTA SE INSCREVER AQUI.

Mesmo após a morte, os desenvolvedores não viram preocupações de segurança relacionadas ao caso. O voluntário tinha 28 anos, era médico recém-formado e morador do Rio de Janeiro (RJ).

A vacina de Oxford é a principal aposta do governo federal para o primeiro semestre do ano que vem. O Ministério da Saúde, a Fiocruz (Fundação Oswaldo Cruz) e os desenvolvedores assinaram em julho um documento para um acordo de transferência e produção de 100 milhões de doses da vacina, caso seja comprovada a sua eficácia e segurança.