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Em debate caótico nesta terça-feira (29), que demandou intervenção do mediador Chris Wallace em praticamente todas as sentenças, os candidatos à presidência dos Estados Unidos, Donald Trump (Republicanos) e Joe Biden (Democrata) trocaram críticas e xingamentos, gritaram um com o outro e falaram ao mesmo tempo em diversos momentos.

Com frases de efeito e acusações sem provas, Donald Trump tentou desconcentrar o adversário, que respondia atacando a gestão do republicano, chegando a mandá-lo calar a boca.

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Joe Biden atacou a condução de Trump diante da pandemia e também da política ambiental, ao citar a saída dos Estados Unidos do Acordo de Paris, e fez críticas, inclusive, relacionadas ao Brasil.

Biden acusou Trump de permitir um déficit comercial e atacar a China gratuitamente por não ter agido para conter a pandemia de coronavírus nos Estados Unidos.

Já o republicano usou o debate para reforçar a estratégia de acusar o país asiático. Questionado pelo mediador, que lembrou que 38 milhões de pessoas votaram pelos Correios em 2016, Trump insistiu na tese de que as eleições podem ser fraudadas.

O debate desta terça discorreu sobre seis assuntos estabelecidos: histórico dos candidatos, Suprema Corte, covid-19, raça e violência nas cidades, economia e integridade das eleições.

Donald Trump e Joe Biden se encontram em mais dois debates até as eleições em 3 de novembro. O segundo encontro será dia 15 de outubro, em Miami, na Flórida;  e o terceiro e último será uma semana depois, no dia 22 de outubro, em Nashville, no Tennessee.

No dia 7 de outubro, Kamala Harris, candidata democrata à vice-presidente, e Mike Pence, candidato a vice republicano, vão participar de um debate próprio, em Salt Lake City, em Utah.