Foco

Companhias aéreas podem seguir cobrando bagagem em voos; preço chega a R$ 120

O Congresso manteve na quarta (25) o veto do presidente Jair Bolsonaro ao despacho gratuito de bagagem em voos. Foram 247 votos pela derrubada do veto, mas eram necessários 257. Os votos pela manutenção somaram 187.

A volta da franquia para bagagem de até 23 quilos em voos domésticos havia sido incluída pelo Senado na Medida Provisória 863, que liberou capital estrangeiro em companhias aéreas. Entre as três principais empresas em atuação no Brasil (Azul, LATAM e Gol), o preço de despacho de uma mala de até 23 kg custa entre R$ 59 e R$ 120.

Veja também:
Após interline, aérea Azul e Avianca Holdings anunciam acordo de codeshare
Viatura da PM capota em acidente na zona sul de São Paulo

Para parlamentares favoráveis ao veto, a cobrança de bagagens incentivará companhias de baixo custo. “São três companhias que cobram o que querem. E existem pelo menos cinco empresas querendo entrar no mercado brasileiro”, disse a líder do governo no Congresso, deputada Joice Hasselmann (PSL-SP).

Os contrários ao veto argumentam que a cobrança não barateou o custo das passagens, como prometido pelas empresa aéreas. “Todos os indicadores mostraram que as passagens só aumentaram”, disse o senador Humberto Costa (PT-PE).

Tags

Últimas Notícias


Nós recomendamos