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Pé no freio em investimentos ligados à Selic ajuda a evitar perda de dinheiro

O mercado financeiro reagiu imediatamente ao escândalo da semana passada envolvendo o presidente Michel Temer. Como um foguete, o dólar disparou mais de 8%. Como um submarino, o Índice Bovespa mergulhou quase 9%. No meio de tudo isso ficou o cidadão brasileiro, com seu dinheiro, suas economias e seus planos. Ele se pergunta: e agora, o que eu faço? Gasto ou guardo? Onde?

Para responder a essas e a outras dúvidas, o Metro Jornal entrevistou o consultor de finanças Cristiano Corrêa, professor da Trevisan Escola de Negócios, em São Paulo. Como a maioria dos analistas financeiros, Corrêa diz que, antes de tudo, em momentos assim é preciso muita cautela em qualquer movimento que envolva dinheiro.

Segundo o professor, pôr o pé no freio do consumo e deixar o dinheiro em investimentos atrelados à taxa Selic são a melhor pedida.  Ele diz que as pessoas devem fugir da renda variável, como moedas estrangeiras e ações, muito voláteis (mudam rapidamente), e dos investimentos com  taxas pré-fixadas, já que elas refletem um momento específico, no caso, o atual, que pode não durar muito tempo e causar perdas. Leia no quadro ao lado outras dicas do professor Cristiano Corrêa sobre o que fazer – e não fazer.

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