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Eleição na Câmara para o lugar de Cunha será na terça-feira

A vacância da cadeira central da Câmara, após a renúncia de Eduardo Cunha da presidência, provocou um corre-corre para a escolha do deputado que irá presidir os trabalhos da Casa num mandato-tampão até fevereiro de 2017. A eleição será na terça, por decisão dos líderes partidários, que ignoraram a data definida pelo presidente interino, Waldir Maranhão – quinta-feira. A votação será secreta, no painel eletrônico. O quorum mínimo para abrir a sessão é de 257 presentes dos 513 deputados. Vence o candidato que tiver metade mais um dos votos. Se isso não ocorrer, a votação irá para o segundo turno, e o mais votado é o eleito.

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Candidatos

Após a renúncia, diversos nomes começaram a surgir. O chamado ‘Centrão’ – grupo formado por 13 partidos: PP, PR, PSD, PRB, PSC, PTB, Solidariedade, PHS, Pros, PSL, PTN, PEN e PTdoB – tenta ser protagonista, e com 225 deputados acredita que, sem traições, tem força para eleger um candidato. Giacobo (PR-PR) é o nome mais forte.

Rogério Rosso (PSD-DF) – visto como uma indicação de Eduardo Cunha – e Rodrigo Maia (DEM-RJ) são nomes que agradam o Palácio do Planalto. Heráclito Fortes (PSB-PI), Espiridião Amin (PP-SC) e Júlio Delgado (PSB-MG) correm por fora. A ala pró-Cunha do PMDB vai exigir candidatura própria, com Osmar Serraglio (PR) ou Carlos Marun (MS). O PT avalia quem apoiar, já que não deve ter candidato. As candidaturas devem ser registradas até segunda-feira.

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